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Petróleo alcança maior preço desde 2014

Resultado de imagem para petroleoO petróleo fechou em alta nesta quarta-feira (9), em seu maior valor desde novembro de 2014, impulsionado pela saída de Washington do acordo nuclear com o Irã e pela queda das reservas americanas.

  • Em Londres, o barril de brent do Mar do Norte para julho fechou a US$ 77,21, um aumento de US$ 2,36 em relação a terça-feira.
  • Em Nova York, o barril de "light sweet crude" (WTI) para junho fechou a US$ 71,14, alta de US$ 2,08.

Um dos motores foi a decisão americana de deixar o acordo nuclear com o Irã e estabelecer novas sanções.

"Mesmo quando essa decisão era o menos esperado, o que abalou um pouco os investidores foi o tom especialmente grave de Trump", disse Andrew Lebow, da Commodity Research Group.

Contudo, outros países aliados de Washington optaram por se manter no acordo. Esse apoio "poderia não ser suficiente para compensar o tom especialmente agressivo dos Estados Unidos e a eficácia das novas sanções" a Teerã, disseram analistas do Goldman Sachs.

Nos Estados Unidos, a redução das reservas de petróleo maior que o esperado também estimulou o preço.

 

Redução de reservas

As reservas americanas de petróleo caíram inesperadamente na semana passada, mas a produção alcançou um novo recorde, segundo dados desta quarta-feira (9) da Agência de Informação Energética (EIA) americana.

Durante a semana encerrada na última sexta-feira, as reservas comerciais de petróleo caíram 2,2 milhões de barris, a 433,8 milhões. Analistas consultados pela agência Bloomberg esperavam uma alta de 1 milhão de barris.

As reservas de gasolina também perderam 2,2 milhões de barris, enquanto especialistas esperavam uma estabilização.

Os estoques de destilados caíram 3,8 milhões de barris - muito acima da queda de 1,5 milhão esperada por analistas.

Em contrapartida, os estoques do terminal de Cushing, usado como referência para a cotação do WTI em Nova York, subiram 1,4 milhão barris, a 37,2 milhões.

A produção de petróleo se mantém em níveis recorde, como nas dez semanas anteriores. Os Estados Unidos extraíram uma média de 10,70 milhões de barris ao dia, contra 10,62 da semana anterior.

As exportações caíram levemente, a 1,88 milhão de barris por dia, bem como as importações, que recuaram a 7,32 milhões de barris.

 

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