Parlamento da Venezuela oferece novas garantias a militares para abandonar Maduro » Aprender a pescar e caçar, a saída de venezuelanos para se alimentar » Poderes têm que respeitar as decisões uns dos outros, diz Maia » Carrefour terá que pagar R$ 1 milhão de indenização após morte da cachorra Manchinha » Venezuela: mais de 600 são detidos por denúncias de saques no comércio » Homem degola 5 membros da família e se enforca na Bolívia » Americano é condenado a 10 anos de prisão no Irã »


Berg Lima nega acordo com Câmara para não ser cassado e diz que foi vítima de armação

Resultado de imagem para Berg Lima nega acordo com Câmara para não ser cassado e diz que foi vítima de armação

O prefeito Berg Lima, que reassumiu ontem (19) a Prefeitura Municipal de Bayeux, negou nesta quinta-feira (20) ter feito qualquer acordo com a Câmara de Bayeux, que apesar de seu afastamento do cargo, da sua prisão, não cassou o seu mandato.

Em entrevista, Berg disse que foi vítima de uma armação tramada pelo “vice-prefeito da época”, Luiz Antônio, e o empresário Paulino, com quem ele foi gravado e que resultou na denúncia contra ele de cobrança de propina.

O gestor, entretanto, negou ter praticado atos ilícitos.

“Eu desafio qual momento a gravação prova que eu extorqui, que eu fiz pedido expresso a ele de alguma quantia”, declarou em entrevista à Rádio Arapuan.

Ele afirmou que a Prefeitura iria romper, dois dias depois do encontro, o contrato com o empresário, fornecedor da prefeitura.

Berg também disse ter sido vítima de armação política.
“Desde o início da gestão nós sofremos muito”, declarou.

Durante a entrevista ele disse que se arrependeu de algumas “escolhas equivocadas” feitas no passado. “Mas quando a gente tem fé e força de vontade, a gente consegue superar as dificuldades”, afirmou.

Entre os arrependimentos, afirmou, está a conversa com o empresário, que fornecia alimentos para uma UPA.

A partir de agora, revelou, vai evitar qualquer tipo de diálogo diretamente com fornecedores da Prefeitura.

Declarando que se sente mais maduro e preparado, Berg disse ter condições políticas e credibilidade para reunificar a cidade. Mas, ressaltou, “isso é um processo de convencimento político e apenas o tempo vai dizer”.

Negou que em momento algum foi expulso do Podemos, mas que apenas foi destituída a Comissão Provisória que comandava o partido. Ele disse que ainda integra os quadros do partido.

Berg disse que esse é o momento de unificar a cidade e garantiu que não vai faltar trabalho por parte da gestão e que quer “reconquistar o coração do pvo”.

Disse que vê com serenidade o pedido do Ministério Público da Paraíba contra o seu retorno à Prefeitura de Bayeux.

 

Adicionar comentário

É importante salientar que as opiniões expressas não representam a opinião do nosso portal nem de seus organizadores.


Código de segurança
Atualizar

Soluções em Informática!