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Vencedores de leilão de aeroportos planejam construir pistas e ampliar voos;

A recuperação da economia brasileira será fundamental para a estratégia de negócios das empresas que venceram o leilão de aeroportos na sexta-feira. Os investimentos previstos ao longo dos 30 anos de concessão somam R$ 3,5 bilhões.

A Zurich, que dobrou a presença no país com a aquisição dos terminais de Vitória e Macaé, tem como primeiro objetivo fazer uma nova pista no aeroporto da cidade fluminense, segundo Stefan Conrad, que comanda a operação brasileira da empresa.

Hoje, o terminal de Macaé possui uma pista habilitada para pousos e decolagens de aviões de pequeno porte e helicópteros. A nova pista poderá receber aeronaves maiores e reforçar a oferta de voos para a região, onde Conrad vê uma alta demanda com a retomada da indústria de óleo e gás.

Aeroporto Castro Pinto em João Pessoa e Ariano Suassuna em Campina Grande estão no pacote

Na capital capixaba, cujo aeroporto foi inaugurado no ano passado, a estratégia é reforçar a malha de voos. Na avaliação do executivo, o turismo capixaba ainda é pouco explorado — daí a oportunidade vista pela Zurich no terminal.

A Aena, considerada a grande vencedora do leilão por ter arrematado o bloco mais cobiçado, vai aplicar sua experiência de atendimento de destinos turísticos na Europa em seus terminais no Nordeste do país.

— Nossa atuação coincide com o perfil do bloco do Nordeste, que tem um potencial importante de desenvolvimento do turismo em Recife, Maceió e João Pessoa — disse o diretor de expansão da empresa, Juan José Alvarez.

A empresa tem 46 terminais na Espanha e outros 15 no exterior. Cerca de 80% dos terminais espanhóis estão em destinos turísticos, como Ibiza e Madri, onde opera o terminal de Barajas, quinto aeroporto mais visitado da Europa.

Última atualização (Sáb, 16 de Março de 2019 19:32)

 

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