Bolsonaro indica deputado mais votado de Minas para o Ministério do Turismo » Samuka Duarte é condenado por improbidade administrativa por acúmulo de cargos » Colisão com asteroide provocará explosão extremamente poderosa » PRF divulga edital de concurso público com 500 vagas e salário de R$ 9,4 mil » Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica discute obesidade e tratamentos em JP » Veneziano anuncia audiência com Ministro da Integração para debater vazão da Transposição na PB » TRF4 mantém condenação de Dirceu »


Remédio para colesterol diminui crescimento da próstata

Um estudo feito na Universidade Duke, nos Estados Unidos, reforçou o que outros trabalhos menores já haviam indicado em relação aos efeitos positivos da estatina, medicamento que controla os níveis de colesterol no sangue, sobre o câncer de próstata. De acordo com a pesquisa, a substância reduz o crescimento da próstata — quadro que pode indicar presença de um tumor e de outros problemas benignos — entre homens com predisposição à doença. Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira no encontro anual da Associação Americana de Urologia, em Atlanta.

A equipe de pesquisadores utilizou dados de um estudo feito com mais de 6.000 homens de 50 a 75 anos que tinham altos níveis de uma proteína produzida pela próstata que pode indicar a presença de um tumor ou de hiperplasia benigna da próstata, por exemplo. Entre eles, 1.032 tomavam estatina para controle do colesterol. Os participantes foram submetidos a uma biópsia da próstata no início do estudo e após dois e quatro anos. Ao final da pesquisa, os autores identificaram que os homens que tomavam estatina tiveram um crescimento menos significativo da próstata do que os outros que não faziam uso da substância.

"Nós ainda não conhecemos todos os mecanismos provocam esse efeito. Alguns estudos, por exemplo, sugerem que a estatina pode ter propriedades anti-inflamatórias, e a inflamação tem sido associada ao crescimento da próstata”, afirma Roberto Muller, que coordenou a pesquisa. Ele explica que esses resultados ainda não são suficientes para que os médicos passem a utilizar, na prática clínica, estatina no tratamento de doenças da próstata. Como a pesquisa se baseou em um levantamento que não foi feito especificamente sobre a substância, é preciso que outros estudos sejam feitos.

veja.abril.com.br

Última atualização (Qua, 23 de Maio de 2012 20:02)

 

Adicionar comentário

É importante salientar que as opiniões expressas não representam a opinião do nosso portal nem de seus organizadores.


Código de segurança
Atualizar

Soluções em Informática!