CMJP decide nesta quarta se aumenta o número de vereadores em João Pessoa » Bolsonaro decide indicar Nestor Forster para embaixada nos Estados Unidos » Eduardo Bolsonaro anuncia novos vice-líderes do PSL na Câmara Federal » Mais de 525 toneladas de resíduos foram retiradas de praias com óleo » Bolsonaro diz que PSL teve bate-boca 'exacerbado', mas que ferida irá cicatrizar » Bolsonaro assina MP que garante pagamento de 13º para Bolsa Família » investigação aponta indícios contra deputada Estela Bezerra »


Dados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) revelam que 80 advogados foram assassinados de 2016 até agora, sendo a maioria das mortes motivadas por vingança. Com base nessa realidade, a Associação Paraibana de Advocacia Municipalista (Apam) defende o porte de arma para estes profissionais. A entidade vai participar da audiência pública realizada pela OAB-PB, nesta quarta-feira (18), para debater o Projeto de Lei 343/19, que versa sobre o porte de arma para a advocacia.

A audiência pública será realizada através do Conselho Estadual, Comissão de Direitos Humanos, Comissão de Criminologia e Estudos sobre Violência e Comissão de Políticas de Segurança Pública e Combate às Drogas.

“Somos favoráveis pelo princípio da simetria e com regras específicas. Ora, se o próprio ordenamento jurídico diz que não existe hierarquia entra promotor, juiz e advogado, porque os dois primeiros podem ter o porte e o advogado não?”, questionou o presidente da Apam, Marco Villar.

A audiência, que acontecerá no auditório da OAB-PB, a partir das 16h, tem como objetivo discutir o projeto de lei e elaborar um relatório que será encaminhado ao Conselho Pleno para apreciação e posterior envio ao Conselho Federal da OAB. Entre os debatedores estão os professores Gustavo Batista (UFPB) e Luciano Nascimento (UEPB); os conselheiros estaduais da OAB, Ítalo Oliveira e Gabriel Barbosa; o policial civil, Tarcísio Jardim; e o tenente coronel Pablo (PMPB).

Para o Conselheiro Estadual Leandro Carvalho, representante do Conselho Seccional na organização da audiência pública, “é muito importante ouvir os advogados sobre o porte de arma, porque é um assunto que atinge diretamente a advocacia e a sociedade em geral. "A OAB-PB, de forma democrática, só irá se posicionar após ouvir advocacia”, observou Leandro Carvalho.

Já a conselheira estadual e presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PB, Leilane Soares, ressaltou que "é necessário discutir o porte de arma neste momento, sobretudo no tocante à concessão para a advocacia, não analisando o advogado apenas como cidadão que pode enfrentar o processo de autorização de porte de arma, independente de profissão, mas verificando a necessidade ou não  desta concessão para o profissional, baseando-se nos possíveis riscos enfrentados no exercício da profissão".


Assessoria de Imprensa
Múltipla Comunicação

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Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas..
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua
mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

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Temos que confiar, sempre


Talvez eu seja enganado inúmeras vezes... Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar, alguém merece a minha confiança!... a nossa confiança.

Mas, muitos acreditam que a confiança é como uma borracha... Fica menor a cada erro cometido.

A confiança pode exaurir-se, caso seja muito exigida, porém a confiança é contagiante...
A falta dela também.

A confiança se conquista com o tempo, mas quando a perdemos, muitas vezes, nem o tempo é capaz de recuperá-la.

Nosso irmão Theodore Roosevel, ex-presidente americano disse: " não importa o que as outras pessoas falem de você, o importante é que você continue a pessoa que sempre foi. Se mudar mude para melhor".

Você pode se lamentar muitas vezes por ter pronunciado uma palavra indelicada, mas nunca por ter pronunciado uma palavra bondosa.
Não faço nada que me arrependa depois.

O que cobrei aqui e outros irmãos também o fizeram, não foram atitudes indignas ou erradas, mas sim, a falta de decisão e determinação para fazer o que deu inicio e concluir toda a jornada.
A recuperação e entrega do nosso templo vermelho...

Por que só agradecemos a Deus pelos momentos felizes, quando na verdade são os mais tristes, que nos dão força e coragem.

Desculpar-se nem sempre significa que você está errado e a outra pessoa certa. Pode apenas significar que você valoriza sua relação mais do que seu ego.

A vida é tão curta que não sobra tempo pro arrependimento.

O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso. O primeiro a perdoar é o mais forte. O primeiro a esquecer é o mais feliz.

Os velhos, os mais vividos, os Eméritos como eu, costumam dar conselhos porque já perderam a capacidade de dar maus exemplos.

E assim, dando um foco novo a um dos nossos principios fundamentais, eu diria que, mais vale elogiar as virtudes de quem errou, que louvar os vícios de um amigo.

Acho que, a única forma de seguir em frente e viver novas histórias é se desapegando do que ficou para trás.
Amor está mais para segunda-feira, assim como desapego está para uma sexta-feira.

Weber Luna

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Diretor de ‘Deixando Neverland’ explica como lida com a reação furiosa que seu documentário tem provocado pelo mundo

Tom C. Avendaño

Dan Reed (Reino Unido, 1964) é, há três semanas, um homem em uma cruzada: demonstrar que Michael Jackson era um pedófilo em série. Sua arma é o documentário de sucesso Deixando Neverland (Leaving Neverland), que ele dirigiu (pode ser visto no Brasil no canal HBO) e no qual duas vítimas de Jackson, Wade Robson e James Safechuck, contam os abusos físicos e emocionais que sofreram nas mãos do cantor mais querido da cultura popular recente. Mas desde a estreia do filme, apesar de apresentar muitas provas, Reed vem enfrentado o pior exército de negacionistas − que não toleram uma revisão da imagem do Rei do Pop − que ele já viu em suas décadas de trabalho como documentarista. “Acabo de chegar da França, onde fui a um debate televisionado, e tinha um homem, que é pai, defendendo aos gritos a inocência de Jackson. Perguntei se ele deixaria seu filho dormir com Jackson. E tive de fazer isso várias vezes, porque me respondia com evasivas. No fim, disse que não”, explica Reed por telefone ao EL PAÍS. “Essa gente vive em uma Neverland [Terra do Nunca] própria, muito estranha.”

Pergunta. O que o surpreendeu em relação à enorme reação que seu documentário provocou?

Resposta. As culturas são diferentes e respondem de maneira diferente à ideia de uma figura de autoridade que abusa da confiança que conquistou entre alguns pais. Os países católicos têm suas histórias da Igreja e dos padres, e aí é mais difícil acreditarem que Michael Jackson tenha feito algo errado. Nos Estados Unidos existe o #MeToo e se escutam mais as vítimas.

P. Os apologistas de Jackson pararam de atacar você?

R. Não, e não entendo o que os move. Sua identificação com Michael Jackson é total; eles veem tudo que se diz sobre ele como uma acusação pessoal. Enquanto isso, os herdeiros de Jackson não param de espalhar informações descontextualizadas ou manipuladoras. Querem desarmar as acusações do documentário e armar aos fundamentalistas. E olha que o filme não os contradiz, porque não fala das estupidezes que dizem. Em geral, eu vivia melhor quando lidava com jihadistas [fazendo seu documentário anterior, Three Days of Terror: The Charlie Hebdo Attacks (“três dias de terror: os ataques ao Charlie Hebdo”), que estreou em 2016].

P. Sentiu alguma pressão por abordar alguém tão querido? Como dizem, “se tentar matar o rei, não falhe”.

R. Fomos os primeiros a tentar desmontar as histórias de Wade e James, mas elas acabaram sendo indestrutíveis. Não tenho dúvida de que eles dizem a verdade. Minha equipe e eu verificamos cada informação minuciosamente. Tudo se encaixava. No fim das contas, algo que me salva é que o documentário não é sobre Jackson, mas sobre as famílias que ele seduziu.

P. Um dos meninos, Wade, fala com carinho de seu abusador, e o documentário explora esse sentimento tão estranho.

R. Essa foi uma das coisas que me convenceram de que diziam a verdade. Se pretendessem me contar uma série de mentiras para levar a julgamento os herdeiros de Jackson, não precisariam entrar em detalhes tão específicos, em sentimentos tão complexos e contraditórios.

P. James fica com o coração despedaçado quando Jackson o deixa para abusar de outro menino. Esperava-se, antes da filmagem, que o componente emocional fosse mais sombrio que o sexual?

R. Há um momento-chave. É quando está acabando o período de lua de mel − nem sei se deveria ser chamado assim − entre James e Michael Jackson. Este ainda o convida para sua casa, mas dorme com outro menino. E James tem de dormir no sofá com um cobertor. Aí entende que seu “matrimônio” com Jackson terminou. Embora [Jackson] continuasse a convidá-lo para sua casa e tendo encontros sexuais, o menino entende que o período de proximidade e companhia constante terminou. Ele começa a chorar, a pedir que sua mãe venha. Jackson lhe compra uma passagem de avião e o manda para casa. A brutalidade emocional de um homem que é capaz de descartar uma criança e mandá-la para casa com dinheiro, essa foi a coisa mais dura de ouvir.

P. A maioria das entrevistas foi filmada no início de 2017, antes da explosão quase repentina do #MeToo. Isso provocou alguma mudança no filme?

R. Não muito, mas criou um clima em que já não se despreza o testemunho de uma vítima, principalmente se o acusado é rico e poderoso. No caso de Michael Jackson, não entendo por que não se dá mais importância a uma coisa: ninguém nega que dormisse com meninos, provavelmente uma dúzia deles. No entanto, ninguém fez nada. Ele era sexualmente ativo. Sua música não é assexual. No entanto, o fato de que dormisse cada noite de sua vida adulta com menores, a portas fechadas e com o alarme ativado para que ninguém entrasse, era aceito como algo normal. Dá para questionar a sanidade das pessoas que o rodeavam.

P. Dos fãs ou dos que se beneficiam deles?

R. Os dois são parte de uma seita, não porque estejam organizados, pois não estão, mas pela forma como transformam Jackson em um ídolo. Acreditam que representa uma pureza infantil, que é um ser angelical, que não era totalmente deste mundo. Ele mesmo se encarregou de mentalizá-los meticulosamente para que aceitassem um adulto que dorme com crianças.

P. Como?

R. Inventou um mito para si mesmo, uma mistura de Peter Pan e Flautista de Hamelin. E quanto mais mítica é a forma que essa gente assume, mais medo as pessoas têm de perfurar essa aura. E a queda cria mais confusão.

P. Antes estávamos do lado dos famosos. O que mudou?

R. Muitas figuras de autoridade falharam conosco.

P. A música de Jackson foi fundamental não só na cultura, mas na vida de muita, muita gente. Agora há quem não consiga voltar a escutá-la. Essa consequência é um peso para você?

R. Isso é responsabilidade dele. No filme, nunca dizemos que não se escute algo.

P. Você a escuta?

R. Antes não, mas comecei a escutá-la. Tenho muita curiosidade para entender como aquele belo garoto acabou se transformando em um predador sexual.

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“Precisamos nos posicionar não apenas por causa de nossos filhos, mas em defesa de nossas liberdades mais básicas", aconselha.

A ideologia de gênero está revelando-se “abuso infantil em larga escala” e representa uma ameaça aos direitos básicos das crianças, concluiu um painel do Values ​​Voter Summit, a maior reunião política anual de conservadores nos Estados Unidos.

Diante de centenas de pessoas reunidas no evento na capital Washington, o psiquiatra Paul McHugh e a pediatra Michelle Cretella falaram sobre os danos que a ideologia de gênero representa para as crianças.

“Nosso país está promovendo abuso infantil em grande escala”, disse Cretella em sua palestra. “E meu campo de atuação é cúmplice. Pediatria, psiquiatria, nosso sistema educacional a mídia de massa e mídia social, todos contribuem.”

Ela fez um alerta para que os conservadores parem de utilizar a linguagem dos ativistas transgêneros. Todo ser tem um sexo biológico, não deveríamos nos render ao conceito artificial de “gênero” ou falarmos sobre uma “identidade de gênero” determinada pela mente e não pelo DNA, explicou.

Cretella, diretora executiva da Universidade Americana de Pediatria, descreveu os efeitos da medicação sendo administrado em crianças que sofrem de “disforia de gênero”. O Lupron, por exemplo, é usado para tratar a puberdade precoce em crianças, câncer de próstata em homens e endometriose em mulheres. A droga, no entanto, pode ter sérios efeitos colaterais, incluindo fraturas ósseas e perda de memória.

O medicamento nunca foi testado ou aprovado para tratar crianças fisicamente saudáveis ​​com “disforia de gênero, uma patologia psiquiátrica. Os hormônios que alteram o sexo podem aumentar o risco de ataques cardíacos, derrames, coágulos sanguíneos, diabetes, vários tipos de câncer e instabilidade emocional nas crianças. “Essa é a mesma instabilidade que as drogas supostamente aliviariam em jovens disfóricos”, explicou.

“O sexo não é atribuído pelas pessoas. Eu não atribuo sexo aos meus pacientes quando os vejo na sala de parto. Ele se mostra e nós reconhecemos isso. Nossos corpos nos dizem quem somos”, continuou Cretella.

Em todo o mundo, os encaminhamentos médicos para disforia de gênero em que os jovens estão buscando a transição para o sexo oposto aumentaram astronomicamente. Dados divulgados na semana passada mostram que na Inglaterra os casos aumentaram mais de 4.000% nos últimos anos.

Em grande parte, isso ocorreu por causa das ações realizadas por pediatras que se revelam verdadeiros ativistas.

A ideologia de gênero, acrescentou Cretella, ameaça outras liberdades. “Se as crenças individuais superarem a realidade, nossos direitos desaparecerão. Não será mais aceito nenhum direito dos pais, nenhum direito religioso… Supressão total. Precisamos nos posicionar não apenas por causa de nossos filhos, mas em defesa de nossas liberdades mais básicas”, disse ela.

Contágio de ideias pela internet

Em sua fala, o Dr. Paul McHugh, psiquiatra da Universidade Johns Hopkins, citou um estudo de longo prazo feito na Suécia, onde a taxa de suicídio de pacientes submetidos a cirurgia de redesignação sexual é 20 vezes maior que a da população em geral.

Todos os tratamentos cirúrgicos e hormonais para os distúrbios de identidade de gênero são procedimentos “experimentais, não baseados em evidências”, enfatizou. “Vemos médicos empenhados em dar às crianças tratamentos que são considerados pela literatura clínica como evidência de baixa qualidade”, disse McHugh. “Muitas crianças estão sendo afetadas por causa do contágio social, promovido pela internet”, concluiu.

 

 

Com informações Christian Post

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Partidos que integram a coligação encabeçada por Geraldo Alckmin (PSDB) discutem nos bastidores que posição tomar em um eventual segundo turno sem a presença do tucano. Integrantes do chamado centrão – bloco formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade – e do PTB veem como quase certo o fracasso de Alckmin no primeiro turno. O presidenciável, que ocupa quase metade do tempo do horário eleitoral, ainda patina nos 10% das intenções de voto, segundo as últimas pesquisas. 

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, se Bolsonaro for para o segundo turno, a tendência é que pelo menos o DEM e o PTB apoiem o capitão reformado do Exército. Há uma possibilidade de divisão no DEM, caso Ciro siga para a próxima etapa, ultrapassando o petista. 

“Eu me recuso a discutir que o Brasil ficará condenado a um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Vamos com Geraldo até o fim e acreditamos na virada. Isso não é conversa fiada”, disse ao Estado o presidente do DEM, ACM Neto, prefeito de Salvador.

Segundo o Estadão, a maior parte dos parlamentares e políticos de partidos aliados a Alckmin tem se empenhado pouco pelo tucano, que está estagnado nas pesquisas. Além disso, quem tenta a reeleição já recebeu repasses de dinheiro do fundo eleitoral e se sente “liberado” para cuidar da própria campanha. 

O PTB, do ex-deputado cassado Roberto Jefferson (RJ), tende a apoiar Bolsonaro em um eventual segundo turno. Candidato à reeleição, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) diz abertamente que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada. “O PPS cometeu um grande erro. Se lançasse o Raul Jungmann (ministro da Segurança), talvez pudesse ser uma alternativa”, afirmou ele. “Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut.” 

O próprio PSDB vê dificuldade para se posicionar. O partido tem utilizado boa parte do seu espaço no horário eleitoral para atacar Bolsonaro, mas é adversário histórico do PT. Os tucanos tendem a se sentir mais confortáveis adotando uma posição de neutralidade. 

Lá e cá
O PR quase se coligou com Bolsonaro no primeiro turno. O senador Magno Malta (PR-ES) é um dos principais aliados do deputado fluminense e chegou a ser cogitado como vice. A legenda, porém, quase indicou o vice de Alckmin, o empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar (PRB). O empresário, no entanto, recusou o convite por causa de sua proximidade com o PT. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, tem livre trânsito no PT desde 2002, quando as duas siglas se uniram em torno de Lula e José Alencar. 

Embora tenha indicado a vice de Alckmin, a senadora Ana Amélia (RS), o PP está dividido já no primeiro turno. O presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PP-PI), faz campanha para o petista Fernando Haddad de olho na popularidade do PT no estado. Ele é candidato à reeleição. Uma ala da legenda, porém, já prega voto em Jair Bolsonaro (PP-RS).

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por Wálter Fanganiello Maierovitch

Não bastasse o brasileiro ter de conviver com um presidente da República impopular e sob forte odor de corrupção, o cidadão comum tem a sensação de que a balança da Justiça do país está aferida

Não bastasse o brasileiro ter de conviver com um presidente da República impopular e sob forte odor de corrupção, o cidadão comum tem a sensação de que a balança da Justiça do país está mal aferida. Por consequência, a Temis brasileira está com os seus pratos desequilibrados. E são frequentes teratologias jurídicas causadoras de situações de insegurança. Quando juízes de Corte Constitucional perdem o pudor ao não se declarem proibidos de julgar por notória falta de imparcialidade, a Justiça passa a ser desacreditada: no Brasil temos, sob influência da tripartição dos poderes desenvolvida por Mostesquieu, um poder Judiciário, ao lado dos poderes Legislativo e Executivo. No particular, o Brasil caminha a passos largos para uma situação de entropia que o saudoso jurista europeu Piero Calamandrei  —um dos pais da Constituição italiana de 1948—, apontou com a expressão latina Habent sua sidera lites, a significar não ser a Justiça algo a ser levado a sério.

No último domingo e com o tradicional recesso judiciário do mês de julho, um magistrado de Corte regional e federal agitou o país —que terá eleição em outubro próximo para chefe do Executivo federal— em regime presidencial republicano.

Como se diz no popular, esse magistrado do plantão judiciário, que funciona com competência restrita a apreciar casos de urgência e inadiáveis, jogou gasolina numa fogueira política que diz respeito ao popular ex-presidente Lula da Silva.

Lula está condenado, em duas instâncias da Justiça, (uma monocrática e outra colegiada), por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Encontra-se preso provisoriamente, pois as condenações (corrupção e lavagem) ainda não passaram em julgado, ou seja, não são definitivas. Estão pendentes de julgamentos dos seus recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Por seis votos contra cinco, o Supremo Tribunal, que funciona também como corte Constitucional, firmou no ano de 2016 entendimento jurisprudencial de ser possível execução provisória de sentença condenatória imposta ou confirmada por um órgão judiciário colegiado: e Lula foi condenado, em sede de apelação, pela 8ª Turma Julgadora do Tribunal Federal da 4ª região, com sede no estado federado do Rio Grande do Sul. Diante da acima mencionada jurisprudência redutora do alcance do princípio constitucional da presunção de não culpabilidade (chamada de presunção de inocência a partir da Revolução francesa), o ex-presidente Lula encontra-se a cumprir pena de prisão fechada, em processo de execução provisória.

As duas turmas julgadoras do Supremo Tribunal, apesar da jurisprudência do colegiado ainda não haver sido derrubada, divergem sobre caber ou não execução provisória. Quem tem sorte de levar o recurso à Segunda Turma, pode ganhar a liberdade. E na semana passada, num contorcionismo jurídico para driblar a jurisprudência do Supremo Tribunal de admissão da condenação antes de se tornar definitiva, a referida Segunda Turma concedeu, em habeas corpus de ofício (sem provocação da defesa técnica), efeito suspensivo a recurso de José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil do então presidente Lula. Claro está que a situação processual de José Dirceu é exatamente igual ao do ex-presidente Lula que, no entanto, continua preso provisoriamente.

A defesa técnica de Lula aguarda, após o período de férias do Supremo Tribunal, que os 11 ministros decidam, em sessão plenária, se o ex-presidente aguardará o julgamento dos seus recursos em liberdade e se está ou não inelegível: as pesquisas de intenção de voto apontam Lula em primeiro lugar na corrida presidencial, com cerca de 30% dos votos. Para surpresa geral —sem ser caso de urgência a justificar uma decisão do Plantão judiciário e estar a questão fulcral sobre a liberdade e ilegibilidade de Lula subjudice no Supremo Tribunal—, o magistrado plantonista, Rogério Favreto, determinou liminarmente, de pronto, a soltura do ex-presidente Lula. Entendeu estar Lula sendo prejudicado como futuro candidato, pois os seus concorrentes gozavam de liberdade, embora não houvesse nenhum condenado: o Partido dos Trabalhadores ainda não indicou Lula como candidato e isto em razão de obstáculo previsto na chamada Lei de Ficha Limpa. Por essa lei, não tem legitimidade para candidatar-se quem estiver condenado criminalmente por decisão de órgão judiciário colegiado. Lula, como frisado, encontra-se condenado por Vara Criminal de Curitiba (julgamento monocrático) e pela 8ª Turma do Tribunal Federal da 4ª Região. A liminar concedida no plantão judiciário do Tribunal foi espantosa, pois a regra é do seu cabimento de liminar apenas diante de uma flagrante e visível ilegalidade ou de abuso de poder. E o espanto aumentou quando se soube que o Favreto não era um magistrado por concurso público, mas por nomeação da ex-presidente petista Dilma Rousseff (eleita por influência de Lula e cassada por impeachment). Mais ainda, Favreto tinha uma militância de mais de 20 anos no lulista Partido dos Trabalhadores. Para piorar e indicar a sua falta de isenção para decidir, havia assessorado Lula na presidência da República.

Depois de mais de 16 horas de idas e voltas, manteve-se a prisão de Lula, por decisão do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O presidente da Corte solucionou um conflito de competência entre dois dos seus membros. Ou melhor, entre o magistrado Pedro Gibran Netto, membro da 8ª Turma do Tribunal (relator do processo onde ocorreu a condenação de Lula e foi emanada a ordem de prisão) a negar a soltura de Lula, e o magistrado do plantão a expedir ordem se soltura de Lula.

Num pano rápido. O Brasil viveu um domingo de República de Bananas.

Wálter Fanganiello Maierovitch, 71 anos, é jurista, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, professor de Direito, Cavaliere della Repubblica di Italia, editorialista e comentarista da Radio CBN-Globo. É presidente do Instituto Giovanni Falcone de Ciências Criminais e titular vitalício na Academia Paulista de Letras Jurídicas e na na Academia de História.

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Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas..
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua
mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

 

 

Mario de Andrade

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Quando veio morar em Pernambuco, tinha 34 anos e já estava casado com Maria de Lurdes Ferreira, com quem teve três filhos, dois advogados e uma médica.
A doação aconteceu em uma praça, no centro de João Pessoa


Era uma pequena caixa de sapato. Dentro, havia um menino com poucos dias de vida. A mãe segurava firme a acomodação improvisada e oferecia a criança a quem passava. Aquele foi o último encontro entre ela e o filho. No mesmo dia, o bebê foi entregue a uma desconhecida. A doação aconteceu em uma praça, no centro de João Pessoa, na Paraíba.


Daquele dia em diante, o bebê recebeu abrigo, alimento, educação e amor de uma outra família. José Fernando Souza gosta de contar essa história em suas andanças. Ele é a criança da tal caixa de sapato. Está hoje com 58 anos. Tornou-se juiz. José Fernando foi o único filho de uma dona de casa e de um policial militar, hoje falecidos. Não teve fartura material em casa. Mas lembra da dedicação e do carinho dos pais que lhe abrigaram. E isso faz toda a diferença para qualquer criança, defende. O juiz costuma ser chamado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para contar sua trajetória nas palestras do Programa Eleitor do Futuro, uma iniciativa cujo objetivo é abordar junto a estudantes de escolas públicas temas como a história do voto no Brasil, a participação cidadã e a formação de um jovem crítico.


“Na palestra, coloco a história da caixa de sapato como se não fosse a minha história. Relato o caso de uma senhora que vem do interior da Paraíba e vai morar na capital. Ela, muito pobre e sem o marido, que tinha ido para São Paulo, engravidou de um homem casado. No final, conto que eu sou a criança entregue para adoção.”


A ideia de José Fernando é propagar o que ele chama de estímulo a jovens sem muita perspectiva de futuro diante das dificuldades impostas pela pobreza. “Se eu, que fui pego em uma caixa de sapato na rua, consegui superar os obstáculos da vida e cheguei a juiz, muitos jovens também conseguem se tiverem um objetivo. Tudo o que meus pais me dedicaram foi fundamental. Mesmo pobres, oportunizaram para mim tudo o que estava ao alcance deles. Sempre senti muito amor deles.”


Antes de tornar-se juiz da Infância e Juventude de Caruaru, onde mora hoje, José Fernando foi juiz da Vara da Fazenda, na mesma cidade, e analista judiciário no Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba. Quando veio morar em Pernambuco, tinha 34 anos e já estava casado com Maria de Lurdes Ferreira, com quem teve três filhos, dois advogados e uma médica. José Fernando não voltou a encontrar a mãe biológica. Nunca sentiu vontade. Nem mesmo mágoa. “Como ter raiva de alguém que não te matou, não te jogou no rio, ficou ali nove meses contigo na barriga, teve as dores do parto, pariu e deu para alguém criar? Ela se viu grávida de um homem casado, não podia voltar para o interior naquelas condições. Era década de 1960. Seria apedrejada em praça pública.”


Hoje, as mães que, por algum motivo, não desejam exercer a maternidade de uma criança podem entregar o bebê nas Varas da Infância dos municípios onde moram sem serem criminalizadas pelo ato. O abandono em via pública, no entanto, é crime. Onde atua, José Fernando encontra histórias parecidas com a sua.


Na semana passada, participou de mais uma audiência envolvendo uma mulher que entregou o filho para adoção. “Se a pessoa nos procura espontaneamente, é recebida. A única coisa que posso esperar é que apareça alguém bem intencionado para levar a criança para casa. Eu sou um grande incentivador da adoção.”

José Fernando

 

Da  Internet

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CASSINO DA LAGOA


Hoje fui procurado por um amigo, e colega advogado de D. Fátima, proprietária do Cassino da Lagoa, para me informar que o Cassino não encerrou as atividades, tendo antecipado o encerramento do expediente de ontem por questões operacionais, apenas.
A proprietária assegurou que manterá a Casa aberta até quando puder aguentar a crise que está atravessando.
D. Fátima, uma lutadora, vem resistindo bravamente em meio às enormes dificuldades, agravadas pela falta de estacionamento num local sem alternativa alguma, além dos vetustos espaços na calçada, utilizados desde "sempre". Mesmo que o Cassino tivesse disponibilidade financeira para tentar comprar algum imóvel nas proximidades, não se prestaria a esse fim considerando as pequenas dimensões dos imóveis, e quase todos com construções conjugadas pelos lados e por trás, o que dificultaria a derrubada.

Fiquei alegre com a notícia de continuidade do Cassino, embora seja inegável que esteja passando por momento de grande dificuldade.

Já que ontem lamentamos pensando o pior, hoje podemos ajudar D. Fátima e aos demais trabalhadores do Cassino de duas formas, pelo menos: (1) Uma delas, prestigiar a Casa, visitando-a com frequência e consumindo suas deliciosas refeições; (2) Outra e fundamental forma é pressionarmos o prefeito de João Pessoa, e apelar para a sensibilidade dele, no sentido de que permita o retorno do antigo estacionamento (na calçada), posto que nenhum, mas nenhum problema acarretava, nem ao transeunte (pedestre) nem ao tráfego local

Conclamo todos a ajudarmos a salvar o Cassino da Lagoa, histórico espaço, palco de tantos encontros, reuniões e decisões ao longo da história.

Para mim foi uma alvissareira notícia, pois já nutria bom gosto pela Casa, e foi um "refúgio" para mim, principalmente por cinco meses consecutivos aos domingos, quando eu saía do hospital durante a longa enfermidade de meu pai, graças a Deus em franca recuperação, após tenebroso período.

A história, sobretudo o centro de João Pessoa, merecem seja preservado o Cassino da Lagoa, e em funcionamento.

Ajudemos o Cassino da Lagoa.!!!

 

 

Da Internet

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Não Sou:
- Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela
legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna).

Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para
realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo!

Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', simplesmente porque esse cumpre a lei..

Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações,
pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?

Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e
privilégios, deste governo.

Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra:
"Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."


Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

 

Com informações da internet

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Autor: Alexandre Garcia

Aqui no Brasil estão soltando condenados, inclusive os por corrupção, pelo generoso indulto de Natal; há o festivo saidão natalino e de Ano-Novo, enquanto o Supremo alivia prisões cautelares de corruptos. No indulto, um ladrão de automóveis sem reincidência, condenado a 12 anos, pode sair depois de dois anos e 5 meses, pelos meus cálculos.

No país em que o número de policiais-militares mortos este ano no Rio de Janeiro, chega a 132, enquanto escrevo estas linhas. No hemisfério norte, semana passada, um tribunal de Nova Iorque condenou à prisão perpétua, sem direito a saidões, indultos, progressão de pena ou liberdade condicional, o matador de um policial. Ao pronunciar a sentença, o juiz disse:
Pelo assassinato do policial Brian, que estava em serviço, a sentença do tribunal é prisão perpétua. Toda a vida, sem liberdade condicional. Para tornar mais simples para o seu cérebro comprometido, você vai morrer na prisão. Nunca mais irá respirar ar puro fora do aço e do concreto de uma prisão do Estado de Nova Iorque. Essas sentenças são aplicadas juntas, consecutivas com cada uma. Em adição aos 300 dólares de sobretaxa obrigatória, uma taxa de 25 dólares para o sistema de assistência às vitimas de crimes, uma taxa de 50 dólares de registro de DNA, todas a serem pagas pelo condenado. Cientifico seu advogado do direito de recorrer e de tirar sua cara com esse sorriso cínico fora deste Tribunal.

É assim que a maior democracia do planeta trata matadores de policiais. A notícia do crime explica que fora o segundo assassinato de um policial no semestre.

Aqui, com a corrupção institucionalizada no topo, os jovens de periferia são mais atraídos para o crime - sempre com a droga como eixo. A imagem de mais de 50 milhões do dinheiro de Geddel fala por si, sobre a corrupção generalizada. Crimes políticos que se entrelaçam com o crime comum.

Violência no campo, invasões, depredações, toleradas por razões ideológicas, se equiparam aos assaltos nas estradas e nas cidades. Mentiras jogadas ao léu por políticos equiparam-se às balas “perdidas” em letalidade da cidadania. Assim, matar policiais é matar as leis.

Assim como desarmaram os cidadãos, emasculando o Direito de Defesa, armam mal os policiais, privam de proteção maior os que estão no front, enfrentando bandidos bem-armados com fuzis modernos, recém-contrabandeados. As viaturas da polícia são de dar pena, como se o Brasil não pudesse fazer um bom acordo anti-droga com os Estados Unidos, em troca de carros poderosos, blindados, potentes, estáveis, de tração integral, para perseguir os que assaltam - e encarceram a população atrás das grades de seus lares.

Quando o policial Brian foi morto em Nova Iorque, a porta de sua casa ficou cheia de flores; o prefeito visitou a família; as honras fúnebres foram de herói; o condenado pagou uma taxa para o fundo de asssistência às vítimas. Por aqui, os valores estão invertidos.

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Uma coisa que a população nas ruas não entende é a razão do silêncio das Forças Armadas. O principal motivo desse aparente silêncio é óbvio: as Forças Armadas não podem falar por falar. Qualquer pronunciamento mais incisivo do Comando equivale a ação política.

Se, por exemplo, o Comandante do Exército criticar qualquer ato do presidente  da República, ou recusar-se abertamente a cumprir ordens das autoridades civis, isso quase equivale a golpe de Estado, porque das duas, uma: ou o Comandante é demitido, ou o Governo cai. Não existe a hipótese de pronunciar-se contra e ficar no cargo, nem do Governo permanecer incólume no poder após o pronunciamento, desmoralizar-se, ou mesmo cair...Essa situação é muito parecida com a dos juízes. Um dos princípios fundamentais da magistratura é que "o juiz só fala nos autos do processo". Ou seja, o juiz jamais discute em público ou emite opinião sobre os processos. Ele simplesmente absolve ou condena, e justifica por escrito a sua decisão. Isso porque a "opinião" do juiz não é opinião: ela tem força de Lei.

O mesmo ocorre com os militares: eles só falam por meio de atos concretos. Não podem debater nem opinar sobre questões políticas. Mas podem e devem agir, quando essas questões mexem com interesses nacionais.

Interesses nacionais: esse é um ponto ao qual as pessoas não prestam muita atenção. A expressão ficou tão gasta pelo uso, que passou a ser mera frase de efeito, sem consequência, tal como dizer "bom dia" quando o dia de fato é ruim, ou "saúde!" ao brindar com o tóxico uísque paraguaio.

Mas no nosso caso, "interesses nacionais" têm significado que deve ser levado a sério. Vamos entender a lógica.

Vivemos num Estado de Direito, não é verdade?

Ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema.

Nesse caso, as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei.

E a Lei as submete ao governo civil, eleito pelo "povo". Correto?

Sim e não.

Sim, na normalidade.

Não, nas crises extremas, que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira.

Vejam como funciona.

Na mesma constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes".

Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo.

A Nação está acima de tudo.

O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir o Estado.

Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à constituição.

Que significa isso?

Para responder, temos de considerar como se formam as nações.

Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos.

Só então é possível constituir o Estado e o governo.

A força militar é elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado.

O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação.

A Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo.

E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância instituições da Nação.

Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado.

Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade.

É algo como aquele famoso "botão vermelho" que o Presidente dos Estados Unidos tinha no seu gabinete, que, uma vez apertado, deflagraria a guerra nuclear total, com risco de destruir o planeta.

Dá para entender o silêncio e a aparente imobilidade das Forças Armadas?

Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder.

Pensem: quais são as reais intenções dessa quadrilha? Ela nunca as escondeu. Seu objetivo é instituir no Brasil ditadura semelhante aos modelos que seus chefes tanto admiram. Algo parecido com Cuba, ou Coréia do Norte, ou Venezuela, ou as ditaduras africanas.

Estando há quase quinze anos no poder, a quadrilha teve todo o tempo e todos os recursos para dar o golpe.

Mas não o fez.

Por que?

Porque não pôde.

Porque a quadrilha tem o Poder, mas não dispõe da Força.Ela manda no Brasil, faz o que bem entende com o dinheiro público, compra a mídia, aparelha o serviço público com nomeados políticos, comete os maiores desatinos em matéria de política externa, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a ditadura.

Para isso, precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo. É o que gostariam de fazer, embora jurem que não.

E por que não o fizeram? Porque sabem que não podem contar com as Forças Armadas, nem com as Polícias, para essa aventura.

E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão.

O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença.

Afinal, muralhas também são imóveis e silenciosas.

As Forças Armadas são as muralhas que impedem o golpe da quadrilha.

Certo, eles, os comparsas da quadrilha, fazem tudo para provocá-las.

Tal como moleques pichadores, eles sujam a muralha.

Difamam as Forças Armadas, procuram humilhá-las com atos como a tal Comissão da Verdade, espalham falsas histórias, fazem tudo o que podem.

Mas não conseguem abalar a enorme barreira, imóvel e silenciosa.

Ela continua firme no seu lugar, e cada vez mais o povo brasileiro compreende que é a sua proteção, o seu abrigo seguro.

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Entre 1825 e 1897, entre 60 e 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior vieram de Cuba.

Antes do final do Século XVIII Cuba aboliu as touradas por considerá-las "impopulares, sanguinárias e abusivas com os animais".
O primeiro bonde que circulou na América Latina foi em Havana em 1900.
Também em 1900, antes de qualquer outro país na América Latina foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.
A primeira cidade do mundo a ter telefonia com ligação direta (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.
Em 1907, estreou em Havana o primeiro aparelho de Raios-X em toda a América Latina.
Em 19 maio de 1913 quem primeiro realizou um vôo em toda a América Latina foram os cubanos Agustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, que durou uma hora e quarenta minutos.
O primeiro país da América Latina a conceder o divórcio a casais em conflito foi Cuba, em 1918.
O primeiro latino-americano a ganhar um campeonato mundial de xadrez foi o cubano José Raúl Capablanca, que, por sua vez, foi o primeiro campeão mundial de xadrez nascido em um país subdesenvolvido. Ele venceu todos os campeonatos mundiais de 1921-1927.
Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.
A primeira locutora de rádio do mundo foi uma cubana: Esther Perea de la Torre. Em 1928, Cuba tinha 61 estações de rádio, 43 delas em Havana, ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas para os EUA, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro no mundo em número de estações por população e área territorial.
Em 1937, Cuba decretou pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas, o salário mínimo e a autonomia universitária.
Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a ter um presidente da raça negra, eleito por sufrágio universal, por maioria absoluta, quando a maioria da população era branca. Ela se adiantou em 68 anos aos Estados Unidos.
Em 1940, Cuba adotou a mais avançada Constituição de todas as Constituições do mundo. Na América Latina foi o primeiro país a conceder o direito de voto às mulheres, igualdade de direitos entre os sexos e raças, bem como o direito das mulheres trabalharem.
O movimento feminista na América Latina apareceu pela primeira vez no final dos anos trinta em Cuba. Ela se antecipou à Espanha em 36 anos, que só vai conceder às mulheres espanholas o direito de voto, a posse de seus filhos, bem como poder tirar passaporte ou ter o direito de abrir uma conta bancária sem autorização do marido, o que só ocorreu em 1976.
Em 1942, um cubano se torna o primeiro diretor musical latino-americana de uma produção cinematográfica mundial e também o primeiro a receber indicação para o Oscar norte-americano. Seu nome: Ernesto Lecuona.
O segundo país do mundo a emitir uma transmissão pela TV foi Cuba em1950. As maiores estrelas de toda a América, que não tinham chance em seus países, foram para Havana para atuarem nos seus canais de televisão.
O primeiro hotel a ter ar condicionado em todo o mundo foi construído em Havana: o Hotel Riviera em 1951.
O primeiro prédio construído em concreto armado em todo o mundo ficava em Havana: O Focsa, em 1952.
Em 1954, Cuba tinha uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois de Argentina e Uruguai) no consumo de carne per capita.
Em 1955, Cuba é o segundo país na América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil (33,4 por mil nascimentos).
Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). As taxas do Haiti era de 90%; e Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana 50%.
Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes);, com o maior percentual de casas com energia elétrica, depois Uruguai; e com o maior número de calorias (2870) ingeridas per capita.
Em 1958, Cuba é o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisão a cores.
Em 1958, Cuba é o país da América Latina com maior número de automóveis (160.000, um para cada 38 habitantes). Era quem mais possuía eletrodomésticos. O país com o maior número de quilômetros de ferrovias por km2 e o segundo no número total de aparelhos de rádio.
Ao longo dos anos cinqüenta, Cuba detinha o segundo e terceiro lugar em internações per capita na América Latina, à frente da Itália e mais que o dobro da Espanha.
Em 1958, apesar da sua pequena extensão e possuindo apenas 6,5 milhões de habitantes, Cuba era 29ª economia do mundo.
Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema: (358) batendo Nova York e Paris, que ficaram em segundo lugar e terceiro, respectivamente.

E depois o que aconteceu?

Veio a Revolução... comunista... e hoje... Resta o desespero de uma população faminta, sem liberdade

 

 

 

Com informações da Internet

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Melhor idade é a puta que te pariu – a melhor idade é de 18 aos 40 anos…
A voz em Congonhas anunciou: "Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.". Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a "melhor idade" – algo entre os 60 anos e a proximidade da morte.
Para os que ainda não chegaram a ela, "melhor idade" é quando você pensa duas vezes antes de se abaixar para pegar o lápis que deixou cair e, se ninguém estiver olhando, chuta-o para debaixo da mesa. Ou, tendo atravessado a rua fora da faixa, arrepende-se no meio do caminho porque o sinal abriu e agora terá de correr para salvar a vida. Ou quando o singelo ato de dar o laço no pé esquerdo do sapato equivale, segundo o João Ubaldo Ribeiro, a uma modalidade olímpica.
Privilégios da "melhor idade" são o ressecamento da pele, a osteoporose, as placas de gordura no coração, a pressão lembrando placar de basquete americano, a falência dos neurônios, as baixas de visão e audição, a falta de ar, a queda de cabelo, a tendência à obesidade e as disfunções sexuais. Ou seja, nós, da "melhor idade", estamos com tudo, e os demais podem ir lamber sabão.
Outra característica da "melhor idade" é a disponibilidade de seus membros para tomar as montanhas de Rivotril, Lexotan e Frontal que seus médicos lhes receitam e depois não conseguem retirar.
Outro dia, bem cedo, um jovem casal cruzou comigo no Leblon. Talvez vendo em mim um pterodáctilo(que têm os dedos ligados por uma membrana) da clássica boemia carioca, o rapaz perguntou: "Voltando da farra, Ruy?". Respondi, eufórico: "Que nada!
Estou voltando da farmácia!". E esta, de fato, é uma grande vantagem da "melhor idade": você extrai prazer de qualquer lugar a que ainda consiga ir.
Primeiro, a aposentadoria é pouca, quase uma esmola, e você tem que continuar a trabalhar para melhorar as coisas. Depois vem a condução.
Você fica exposto no ponto do ônibus com o braço levantado esperando que algum motorista de ônibus te veja e por caridade pare o veículo e espere pacientemente você subir antes de arrancar com rapidez como costumam fazer.
No outro dia entrei no ônibus e fui dizendo: – "Sou deficiente".
O motorista me olhou de cima em baixo e perguntou: – "Que deficiência você tem?"
– "Sou broxa!"
Ele deu uma gargalhada e eu entrei.
Logo apareceu alguém para me indicar um remédio. Algumas mulheres curiosas ficaram me olhando e rindo…
Eu disse bem baixinho para uma delas:
– "Uma mentirinha que me economizou R$ 3,00, não fica triste não", foi só para viajar de graça.
Bem… fui até a pedra do Arpoador ver o por do sol.
Subi na pedra e pensei em cumprir o ritual que costuma ser feito pelos mais jovens no local. Logicamente velho tem mais dificuldade. Querem saber?
Primeiro, tem sempre alguém que quer te ajudar a subir: "Dá a mão aqui, senhor!!!"
Hum, dá a mão é o cacete, penso, mas o que sai é um risinho meio sem graça.
Sentar na pedra e olhar a paisagem era tudo o que eu queria naquele momento.
É, mas a pedra é dura e velho já perdeu a bunda e quando senta sente os ossos em cima da pedra, o que me faz ter que trocar de posição a toda hora.
Para ver a paisagem não pode deixar de levar os óculos se não, nada vê.
Resolvo ficar de pé para economizar os ossos da bunda e logo passa um idiota e diz:
– "O senhor está muito na beira pode ter uma tontura e cair."
Resmungo entre dentes: … "só se cair em cima da sua mãe"… mas, dou um risinho e digo que esta tudo bem.
Esta titica deste sol esta demorando a descer, então eu é que vou descer, meus pés já estão doendo e nada do por do sol.
Vou pensando – enquanto desço e o sol não – "Volto de metrô é mais rápido…"
Já no metrô, me encaminho para a roleta dos idosos, e lá esta um puto de um guarda que fez curso, sei eu em que faculdade, que tem um olho crítico de consegue saber a idade de todo mundo.
Olha sério para mim, segura a roleta e diz:
– "O senhor não tem 65 anos, tem que pagar a passagem."
A esta altura do campeonato eu já me sinto com 90, mas quando ele me reconhece mais moço, me irrompe um fio de alegria e vou todo serelepe comprar o ingresso.
Com os pés doendo fico em pé, já nem lembro do sol, se baixou ou não dane-se. Só quero chegar em casa e tirar os sapatos…
Lá estou eu mergulhado em meus profundos pensamentos, uma ligeira dor de barriga se aconchega… Durante o trajeto não fui suficientemente rápido para sentar nos lugares que esvaziavam…
Desisti… lá pelo centro da cidade, eu me segurando, dei de olhos com uma menina de uns 25 anos que me encarava… Me senti o máximo.
Me aprumei todo, estufei o peito, fiz força no braço para o bíceps crescer e a pelanca ficar mais rígida, fiquei uns 3 dias mais jovem.
Quando já contente, pelo menos com o flerte, ela ameaçou falar alguma coisa, meu coração palpitou.
É agora…
Joguei um olhar 32 (aquele olhar de Zé Bonitinho) ela pegou na minha mão e disse:
– "O senhor não quer sentar? Me parece tão cansado?"
Melhor Idade ??? – Melhor idade é a puta que te pariu !
Ruy Castro é escritor e jornalista, trabalhou nos jornais e nas revistas mais importantes do Rio e de São Paulo. Considerado um dos maiores biógrafos brasileiros, escreveu sobre Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda

 

 

Da internet por Rui Castro

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Esse Veríssimo é genial...

"Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o 'preção.'
Tô sofrendo de 'preção' alto.
O médico mandou cortar o sal. Comecei cortando o médico, já que a consulta  era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico.
Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença...
'A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República Checa tem  o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo'
'Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio'."

(LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO)

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*Liberdade para quê?* *Liberdade para quem?*
*Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?*
*Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e  hipócritas?*
*Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à  luz do dia, já dura 26!*
*Fala-se muito em liberdade!*
*Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros  fumê!*
*Mas, afinal, o que se vê?*
*Vê-se tiroteios,* *incompetência, corrupção, quadrilhas e*
*quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes,* *Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos,  violência e muita hipocrisia.*
*Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos  “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas,  crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças  assassinadas.*
*Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras  invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.*
*Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor,  onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos,  patrícios e estrangeiros.*
*Mas, afinal, onde é que nós vivemos?*
*Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado,  indenizado e transformado em herói!* *Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis  para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!*
*Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que  encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela  polícia!*
*Vivemos no país da censura velada, do “microndas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência  pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e  a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras  destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas  de anos, irrecuperáveis!*
*Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?*
*Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a  controla?*
*Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?*
*E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da  desordem?*
*Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a  indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria  dignidade?*
*Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?*

 

*DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS.*

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É comum escutarmos da mídia, de uma forma geral, que para combater a marginalidade se deve atacar a violência que ela gera, como se (ela) fosse a causa da própria violência. De fato, como um ciclo infindável (a cobra mordendo o próprio rabo), a marginalidade termina gerando a crescente violência que assistimos. Mas, ela não é causa, é efeito da estrutura social em que as pessoas marginalizadas são submetidas, por conta de uma partilha econômica desumana e dos estímulos consumistas que o próprio capitalismo impõe.

Ora, para tratarmos as causas precisamos mudar a estrutura que as tem gerado. O marginal não é só um caso de polícia, mas um caso de justiça social. Isso não quer dizer que o crime (de qualquer forma) se justifica. Ele tem que ser punido, logicamente. Porém, para estancarmos o número crescente da marginalização, então, precisamos modificar as causas que o tem gerado. Ficar atacando o efeito, no caso, o crime, sem atacarmos as causas, estaremos apenas batendo prego em estopa.

Os responsáveis pelo aumento da criminalidade estão soltos e continuam a estimular as desigualdades sociais e ampliá-las. Ou seja, empresários, banqueiros, latifundiários e políticos são os responsáveis pela estrutura social e são eles, por conta de um sistema injusto e explorador, pela organização (ou desorganização) social que criam. A sociedade apenas retrata o que está ocorrendo em sua base a partir da forma em que é estimulada e como encontra (ou não) uma justiça mais equânime a todos.

Um Estado policialesco, que reprime e apenas é montado para defender uma classe dominante ou um Estado enfraquecido que permite que a classe dominante tenha o direito à exploração, nunca vai gerar a justiça social e contribuirá, ou melhor, estimulará todo tipo de atitudes marginais. Essa classe dominante é a responsável por tudo que está ocorrendo na sociedade que ela mesma cria.

 

Absurdo imaginar que a propriedade não tenha uma função social ou que deva existir “liberdade de propriedade” como se todos tivessem o exercício pleno dessa “liberdade”.

Punir o crime sim, mas essa punição tem que ser em todos os planos, inclusive, da classe que o tem gerado de fato. Contar com uma mídia que apenas tem servido para combater a marginalidade, ou seja, os efeitos, e esconder e dissimular e colocar-se apenas como vítima aqueles que o estimula, parece ser o papel de uma imprensa que estar a serviço desses mesmos causadores das injustiças sociais.

Há crimes sociais, mas quem detém o poder se abstém de que os tem produzidos e jogam nas costas dos pobres toda a responsabilidade da violência que está ocorrendo.

Respondendo à pergunta inicial: não é à toa que quanto mais pobre um país, maior é o grau de marginalização e, portanto, de crimes. Sendo assim, “os donos do mundo piraram, pois, são carrasco e vítimas do próprio mecanismo que criaram”, conforme nos dizia Raul Seixas.

Consequentemente, se alguém precisa ser preso, esse alguém é aquele que tem gerado o crescente aumento de violência que assistimos, seja pelas injustiças sociais, seja pelo estímulo consumista dessa sociedade.

Enrustir esse fato é tentar enganar a verdadeira causa por traz dos efeitos. O aumento da marginalização é um indicativo do crescente grau de conflito que esta sociedade tem gerado e, portanto, para eliminar o índice de violência em nossa sociedade, é preciso eliminar os conflitos sociais, ou seja, eliminar as injustiças causadora da crescente marginalização em nossa cultura.

Então, esses argumentos de que a diminuição da maioridade penal, da melhoria tão somente do sistema prisional, da repressão policial mais severa e da aprovação de leis mais rígidas podem contribuir com a erradicação da violência não passam de um engodo e argumentos simplórios e fúteis, ou seja, não passam de falácias. A questão é muito mais profunda e envolve a estrutura social em que todos nós estamos mergulhados. Mudar significa mudarmos o sistema social que tem gerado a violência e marginalização.

 

 

por Hideraldo Montenegro

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A Lei da Ficha Limpa impede a candidatura de condenados por uma decisão colegiada, ou seja, por mais de um julgador. Lula foi condenado em primeira instância por apenas um magistrado, o juiz Sergio Moro. Por isso, ainda não está inelegível.

E a defesa ainda pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), onde um grupo de desembargadores vai decidir se mantém a sentença ou se o absolve. O nome dessa decisão colegiada é acórdão.

Pedro Horta, especialista em direito eleitoral do Dorta & Horta Advogados, explica que a Lei da Ficha Limpa barra apenas candidatos com condenação em segunda instância. “Se ele tiver uma condenação em primeira instância, só pelo juiz Moro, ele pode ser candidato”, afirma.

Mesmo uma condenação em segunda instância não impede automaticamente que Lula concorra à Presidência no próximo pleito, a depender de quando essa decisão for tomada.

Se o caso for julgado pelo TRF-4 antes da eleição, Lula corre risco de ter o registro de candidatura negado. Já se o TRF-4 só julgar o processo após o prazo para registro de candidaturas, Lula poderá tanto ter o registro cassado como concorrer sub judice (pendente). “Ele é votado, mas não aparece a votação até julgar o recurso para manter ou não a candidatura como válida. Aí, quando chegar a fase de diplomação, pode ser que não seja diplomado ou reverta”, explica Horta.

Já se a condenação ocorrer após a diplomação, a lei prevê que o diploma seja declarado nulo, se já expedido. “Mas, no caso de presidente da República, a Constituição Federal prevê a suspensão do processo”, afirma Horta. “Teríamos então a hipótese de presidente apenado ocupando o cargo.”

 

 

Com informações do G1

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Em qualquer lugar do mundo, um presidente com 7% de popularidade e acusado formalmente de corrupção teria sérios problemas para se manter no cargo, mas, no Brasil, Michel Temer está conseguindo, por ora, o que parecia impossível. Quais seriam os motivos?

– Corrupção enraizada –

Temer é o primeiro presidente em exercício da história do país a ser acusado pelo Procurador Geral da República. A denúncia de corrupção passiva deve ser validada por dois terços da Câmara de Deputados para que possa ser enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Temer tem maioria no Congresso desde que assumiu o poder em maio de 2016, depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Além disso, 185 dos 513 deputados estão sendo investigados, a maioria dentro da operação “Lava Jato”.

“Isso cria uma rede de solidariedade”, diz Sylvio Costa, diretor do portal Congresso em Foco.

A queda de Temer poderá provocar um efeito dominó e muitos na Câmara não querem perder seus foros privilegiados.

– Sem sucessor claro –

Quando Dilma foi destituída pelo Congresso por manipulação das contas públicas, o caminho para sua substituição era claro. Em seu lugar, assumia seu vice-presidente, Temer, do PMDB, partido com o qual o PT se aliou para ter mais apoio no Congresso.

Mas se Temer cair, para preencher o vazio de poder a Constituição prevê que o Congresso eleja quem o substitua no prazo de 30 dias.

Neste caso, não há uma figura de consenso.

Durante o primeiro mês, assumiria interinamente o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM), que, apesar de também ser investigado por corrupção, é um dos nomes com maior força para concluir o mandato até o final de 2018.

A legitimidade de quem vai encabeçar o governo de transição, o terceiro em menos de um ano e meio, seria ainda mais questionada.

Muitos no Brasil acreditam que este caos político deveria ser resolvido com eleições diretas, antes das marcadas para 2018. Mas, para isso, seria necessária a aprovação de uma emenda constitucional.

– Apoio do mercado –

Temer prometeu tirar o Brasil da pior recessão de sua história através de uma série de ajustes impopulares, mas que pretendem devolver a confiança aos investidores.

Já conseguiu aprovar o congelamento dos gastos públicos durante 20 anos e abrir à iniciativa privada o setor petroleiro, mas faltam aprovar duas de suas principais bandeiras: as reformas trabalhista e da previdência.

O mercado espera com ansiedade essa aprovação, mas a crise política retarda o processo.

“Há uma divisão do mercado, mas uma parte ainda acredita que seria melhor o Temer continuar. Porque a possibilidade de reformas é maior e porque há uma garantia maior de que permaneça a atual equipe econômica”, afirma o analista Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores.

Seu principal sócio no governo, o PSDB, também quer a aprovação dessas reformas antes das eleições, mas está dividido a respeito do custo político de permanecer fiel a um presidente com semelhante índice de desprestígio.

O partido está fragilizado, além disso, pelas investigações contra seu ex-líder Aécio Neves e parte de sua cúpula, e também não perde de vista que provavelmente precisará aliar-se ao PMDB de Temer se quiser a Presidência em 2019.

– Silêncio nas ruas –

Um dos motivos que levou à saída de Dilma foi a pressão de milhões de pessoas mobilizadas em todo o país. Mas o grito de “Fora Temer” tem sido tímido até agora nas ruas, apesar de 65% dos brasileiros acharem que sua saída seria melhor para o Brasil, segundo recente pesquisa Datafolha.

Os sindicatos protagonizaram a maior e mais violenta manifestação em 28 de maio passado, em Brasília, mas o PT do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (2003-2010) tem seus próprios problemas de corrupção e não conseguiu gerenciar o descontentamento popular.

Ao negar-se taxativamente a renunciar, Temer complicou muito mais o cenário e, de alguma forma, está esticando ao máximo a solidez constitucional do país.

“Mas o Brasil tem instituições muito fortes. Não existem hoje aventureiros buscando soluções fora da constituição, fora da institucionalidade. Então, para nós, esse é um conforto. É saber, seja o que for acontecer, que vai ser em decorrência do comprimento da Constituição”, afirma a procuradora regional da República, Silvana Batini.

 

 

 

Com informações de Isto è

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