CMJP decide nesta quarta se aumenta o número de vereadores em João Pessoa » Bolsonaro decide indicar Nestor Forster para embaixada nos Estados Unidos » Eduardo Bolsonaro anuncia novos vice-líderes do PSL na Câmara Federal » Mais de 525 toneladas de resíduos foram retiradas de praias com óleo » Bolsonaro diz que PSL teve bate-boca 'exacerbado', mas que ferida irá cicatrizar » Bolsonaro assina MP que garante pagamento de 13º para Bolsa Família » investigação aponta indícios contra deputada Estela Bezerra »


Ampliemos a solidariedade, não apenas naquilo que se vê fácil; há dor muito maior que não se mostra, até por timidez. Aprendamos a acudir, antes que seja tarde, os que não conseguem nem buscar ajuda. Eis a elevada Caridade espiritual e social, cuja percepção e prática devemos desenvolver. São palavras simples, que o povo sabe viver e entende.

Expus esse tema na sessão solene dos 25 anos do Templo da Boa Vontade, o Templo do Ecumenismo Divino, em Brasília, no sábado (8/11). Foi uma satisfação imensa para mim interagir com as ilustres personalidades presentes e os milhares de peregrinos de Boa Vontade que compareceram, abrilhantando o Jubileu de Prata do TBV.

Segundo a comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, tenente-coronel Sheila Sampaio: “A quantidade de pessoas que passaram pelo Templo da LBV, durante as festividades de aniversário, superou a marca de 100 mil”. E tudo transcorreu em paz, conforme ela também destacou.

Apresentei-lhes e aos que me acompanhavam pela Super Rede Boa Vontade de Comunicação, formada por mais de 1.900 emissoras de rádio, além de rede nacional de TV e internet, um trabalho, no qual estive empenhado. Trata-se de “Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade”. Nesse livro e nas demais obras que tenho lançado, apenas almejo expressar aquilo que penso ser bom para os que me honram com a leitura. Essa não é uma peça com aspirações literárias, mas somente o resultado de tantos diálogos meus com os Simples de Coração, acerca do Evangelho-Apocalipse de Cristo Jesus, em Espírito e Verdade, sempre à luz do Seu Mandamento Novo, o qual atesta a importância do Amor Divino na existência de homens, povos e nações.

E quando me dirijo aos Simples de Coração, não faço escolha de classe social, nível cultural, preferência política, religiosa, étnica. Falo à inteligência do sentimento, riqueza inestimável do Espírito.

Na abertura, escrevi: Tudo é espiritual, seja para o Bem ou tristemente para o mal. Rimou e é verdade. Daí a minha preocupação em demonstrar-lhes, por exemplo, que a reforma do social vem justamente pelo espiritual (...).

Pode parecer, algumas vezes, a certos leitores ou leitoras, que eu não entenda espiritual e religioso como sinônimos. É que, no campo mais elevado das ideias, deste modo geralmente não o são. Pelos conceitos humanos, Religião é aquilo que todo mundo compreende como tal: a-p-e-n-a-s r-e-l-i-g-i-ã-o! Isto é, aquilo que se enquadra numa respeitável tradição de fé. Mas chegará o dia em que qualquer um poderá alcançar, pelo entendimento desenvolvido, que, como já lhes afirmei, tudo é espiritual, não somente na esfera religiosa, bem como na política, na filosófica, na científica, na artística, na econômica, na esportiva, na vida doméstica ou pública, e assim por diante.

Desejo-lhes uma boa viagem nas cordiais páginas desta obra.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

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Até 8 de novembro, ocorrem as celebrações dos 25 anos do Templo da Boa Vontade (TBV), completados no último dia 21 de outubro.

Quando inaugurei o Templo do Ecumenismo Divino, em 1989, tivemos a primeira audição mundial da “Sinfonia Apocalipse”, que compus, em 1987, com a parceria do saudoso maestro Almeida Prado (1943-2010). Sob a regência de Achille Picchi, ela foi apresentada pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro para a multidão que lotava a Praça Alziro Zarur, em frente ao TBV. O coro, nessa melodia, chama, repetidas vezes e com grande Fé: “Vem, Senhor Jesus!”. Trata-se de uma forte invocação à Paz.

O propósito do TBV, portanto, é contribuir para que ela seja uma realidade construída pela confraternização ecumênica de todos. Daí a oportuna sugestão do jornalista Gilberto Amaral de que o batizássemos também de Templo da Paz.

A alguém que possa argumentar que defendemos uma utopia, recordo comentário que fiz, em 1981, durante uma entrevista ao jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Parisi Rappoccio: É justo considerarmos: tudo com Boa Vontade verdadeira tem saída. De fato, os problemas nacionais e mundiais são imensos, mas por que ir por aí estigmatizando-os como situação irremediável? Decisivo realmente, e no mais esperançoso sentido, só a Vida Eterna. Este é um planeta de possibilidades para todos, inclusive no campo econômico; uns alcançam mais, outros menos. Até quando será assim? Depende de nós!

Ouçamos a defesa de Rui Barbosa (1849-1923), diplomata, político e jurista brasileiro notável, que afirmou: “— Não se evita a guerra preparando a guerra. Não se obtém a paz senão preparando a paz. Si vis pacem, para pacem”. Essa avançada máxima consta da Conferência “Os Conceitos Modernos de Direito Internacional”, conhecida como “O dever dos neutros”, que pronunciou, em 14 de julho de 1916, na Faculdade de Direito de Buenos Aires, Argentina.

Quem quer que se pense libertar das manipulações do avidíssimo mercado bélico deve conceber o espírito que inspirou o corajoso Águia de Haia, quando disse: “Se queres a Paz, prepara-te para a Paz”. É evidente que é necessária a derrubada da antiga bastilha: “Si vis pacem, para bellum” (Se queres a paz, prepara-te para a guerra), erguida desde os tempos cruéis do Império Romano. Ave, Rui!

E aqui o testemunho da bela atriz Paolla Oliveira, que recentemente esteve no TBV e se expressou sobre a Paz do local: “Isso é vida, onde todas as pessoas podem se reunir com o seu credo, com a sua fé, e seguir em frente, ficarem mais tranquilas de mente e de espírito. Ele é maravilhoso, calmo, é tudo que se espera de um lugar com arte, vida, tranquilidade. É especial mesmo. Quem estiver em Brasília, recomendo conhecer”.

 

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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Os meses de outubro e novembro são marcados por datas que nos fazem recordar a genialidade de dois dos mais famosos compositores de nosso país: Heitor Villa-Lobos e Claudio Santoro. Isso porque em 1o de outubro comemoramos o Dia Internacional da Música. Já no mês de novembro, no dia 17, do ano de 1959, partia para a Grande Pátria Espiritual o consagrado carioca Villa-Lobos. Na edição 220 da revista Boa Vontade, prestei-lhe tributo à memória. Ainda em novembro, 23, mas do ano de 1919, nascia o ilustre manauara, Claudio Santoro, cuja “Sinfonia da Paz” — gravada sob sua regência, pela Orquestra Estadual e Coro Stepanov de Moscou, Rússia — abre a minha pregação do Evangelho de Jesus na Super Rede Boa Vontade de Comunicação.

Como admirador dos gênios da cultura planetária e reconhecendo na música um papel transcendente de elevação do ser humano, sempre que posso utilizo-me do tesouro melódico para estabelecer analogia entre ele e os augúrios divinos, de modo a facilitar o entendimento do povo a respeito do código aparentemente indecifrável do Apocalipse de Jesus. O escritor e crítico literário José Geraldo Nogueira Moutinho, em “Musicália”, esclarece que “a música absorve o caos e o ordena.

Em Apocalipse sem Medo (1999), no capítulo “Apocalipse e universalismo”, comento que Arturo Toscanini ensinava, mutatis mutandis, que ouvir música não é escutar notas. De fato, porquanto se deliciar com a grande arte de Verdi, Tchaikovisky, Wagner, Borodin, Schumann, Debussy, Ravel, Grieg, Sibelius, Irving Berlin, Gershwin, Grofé, Chiquinha Gonzaga, Noel, Cartola, Caymmi, Jobim, João Gilberto, Caetano, Gil, Chico Buarque, Toquinho, Guerra Peixe, Carlos Gomes, Padre José Maurício, Francisco Braga, Lorenzo Fernandez, Augusto e Alberto Nepomuceno, Guerra Vicente, e tantos mais, é integrar-se no sentimento da mensagem melódica que o compositor quis transmitir ao ouvinte.

Assim é com o Apocalipse, seu recado não está na letra, “que mata”, mas no espírito de salvação que, por meio do amor de Quem fraternalmente adverte, desce do Criador à criatura.

 

Para que existe a Mensagem Divina

O que procuro destacar, na pregação ecumênica do Evangelho-Apocalipse, é a parcela de Deus que habita todo ser humano, seja ele religioso ou ateu; amarelo, branco, negro ou mestiço; civil ou militar; analfabeto ou letrado; da direita, esquerda ou centro ideológicos, ou mesmo apartidário.

Se o homem não for ao encontro da solidariedade, na vivência particular ou coletiva, onde iremos parar?

O cosmos é música, que, na definição de Paul Claudel (1868-1955), “é a alma da geometria”. Logo, temos de achar os sons que com abrangência universal nos confraternizem. Para isto é que existe a Mensagem de Deus, que frontalmente se contrapõe à intolerância indesculpável.

 

Trombetas e compositores

Ainda na citada obra, no capítulo “Trombetas e compositores”, aponto que até hoje há quem exclame: “O Apocalipse é o desamor de Deus para com a Humanidade!”. Estarão certos? Veremos que não.

Vamos por partes: o que diz a sabedoria antiga? “O pensamento é o alfaiate do destino”.

Com as nossas ideias e atos, acabamos por desvendar a nossa intimidade. Jesus, o Cristo Ecumênico, isto é, Universal, o Divino Estadista, declara isto no Evangelho, segundo Lucas, 6:45: “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau, do mau tesouro tira o mal; porque fala a boca do que está cheio o coração”.

Diante disso, os Anjos das Sete Trombetas, que, em simples análise, significam fatos políticos e fatos político-guerreiros, quando as tocam, não o fazem aleatoriamente. Estão externando o que os Sete Selos (Apocalipse, capítulos 6 e 8) revelaram acerca do nosso sentimento, expresso na partitura musical que, com as nossas atitudes, compusemos. Nós é que produzimos a trágica, ou bela, melodia que os Anjos executarão. O Apocalipse é, portanto, traçado por nós, quando respeitamos ou infringimos as normas do Criador.

Em A Divina Comédia — Paraíso, Canto XXII —, Dante Alighieri (1265-1321) poeticamente ilustra a justiça de Deus: “Nunca se apressa a espada celestial,/ nem se atrasa, a não ser pela opinião / de quem a invoca ou teme, por sinal”.

Por sua vez, Alziro Zarur (1914-1979) sentencia: “A Lei Divina, julgando o passado de homens, povos e nações, determina-lhes o futuro”.

 

Direitos, deveres e Apocalipse

Se pensarmos apenas em direitos e esquecermos os deveres, amanhã seremos cobrados pelos deveres e esquecidos pelos direitos.

Não queiramos que o Pai Celestial nos trate como crianças, quando fazemos questão de ser adultos. Cabe, aqui, feito uma luva, este pensamento do escritor francês Martin Du Gard (1881-1958): “Não há ordem verdadeira sem a Justiça”.

Evidentemente, no tocante aos dignificadores atos que realizarmos, o Apocalipse apresentará composições maravilhosas para aqueles que merecerem um mundo melhor nos milênios que conheceremos adiante. Sempre viveremos, porque a eternidade é real e a lei das vidas sucessivas é ordenação divina. Zarur conceituava: “A reencarnação é a chave da profecia”.

É preciso, pois, afinar os corações dos povos no diapasão de Deus.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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A Vida continua sempre, e lutar por ela vale a pena.

De vez em quando, surge alguém a falar sobre o suicídio, como se ele fosse uma glória, a do desaparecimento das dores e das perturbações da vida.

No entanto, isso é um grande engano, no qual ninguém deve precipitar-se, porquanto todo aquele que procurar no fim da existência humana o esquecimento de tudo encontrará o supremo despertar da inteligência flagrada em delito, porque, buscando o fim, achará vida e suas cobranças a respeito do que o suicida terá feito com ela.

A morte não é o término da existência humana. Como dizia o saudoso Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), “ela não existe em nenhum ponto do Universo”.

Realmente, porque nem o cadáver está morto. Ao desfazer-se, libera bilhões de formas minúsculas que vão gerar outras maneiras de existir.

Você não acredita? Tem todo o direito. Mas se for verídico?! Premie-se, minha amiga, meu amigo, com o direito à dúvida, base do discurso científico, que, na perquirição incessante, continua rasgando estradas novas para a Humanidade.

Pense no fato de que, se o que afirmamos aqui for realidade, Você encontrar-se-á, após um pseudoato libertário (o suicídio), terrivelmente agrilhoado (ou agrilhoada). Achar-se-á em uma situação para a qual, de jeito algum, estava preparado, ou preparada. Para quem apelar se, de início, afastou de si todos os entes queridos e alegrias que teimava em não ver?! Naquele momento, tardiamente, gostaria de voltar a enxergá-los. E, somente à custa de muitas orações, que Você, talvez, jamais, ou raras vezes, tenha proferido na Terra, perceberá, num gesto de humildade, uma luz que se lhe acendam nas trevas. Apenas desse modo poderá reencetar, depois de muitas dores, cobradas por seu próprio Espírito, uma caminhada que se terá tornado mais áspera.

Como se diz aqui, na Religião Divina, “o suicídio não resolve as angústias de ninguém”; portanto, nem as suas.

Meu Irmão, minha Irmã, a Vida continua sempre, e lutar por ela vale a pena. Por pior que seja a escuridão da noite, o Sol nascerá, trazendo claridade aos corações.

Ainda mais, se passarmos os olhos pelo redor do nosso dia a dia, veremos que existem aqueles, seres humanos e até mesmo animais, em situação mais dolorosa, precisando que lhes seja estendida mão amiga. Não devemos perder a oportunidade de ajudar. Àquele que auxilia não faltará nunca o amparo bendito que lhe possa curar as feridas.

Viver é melhor.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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Antes que seja tarde para os inquilinos da Terra.

Há décadas, venho insistindo que a destruição da Natureza é a extinção da Raça Humana. Fica evidente que essa não é uma simples frase de efeito para chamar a atenção dessa Humanidade sempre apressada, muitas vezes, rumo ao próprio extermínio.

Em geral, as criaturas agem como se não houvesse amanhã. Desse modo, deixam de avaliar o resultado futuro de seus atos no presente. É preocupante, porque, quando os efeitos devastadores da má semeadura chegam, o quadro pode ser irreversível ou acompanhado de imensos prejuízos.

Sustentabilidade é palavra da moda. Contudo, agimos em consonância com o seu significado? Os problemas quanto aos recursos naturais aumentam a cada dia. Vejam a diminuição dos reservatórios de água em diversas cidades brasileiras!

Vez por outra, vêm à tona estudos demonstrando que qualquer ação desenfreada contra o meio ambiente traz algum tipo de desequilíbrio local ou à distância. Mesmo assim, as árvores continuam sendo “estorvo” ou objetivo de ganância sem fim na Amazônia, na Mata Atlântica, em qualquer lugar. Até quando?

Na década de 1980, pesquisadores já alertavam para o risco de a capital bandeirante vivenciar clima semelhante ao do Nordeste do Brasil. Com seguidas massas de ar seco sobre a região, falta de chuva recorrente, poluição sem controle, sua famosa marca de “terra da garoa” vai ficando no passado. Ainda que o comportamento climático também seja cíclico, isso não sugere que devamos baixar a guarda.

A esperança é que o povo, e isso em todo o orbe, desde as pessoas mais simples às que dirigem as nações, tomem atitudes decididas de preservação de nossa espécie. Se as coisas persistirem como andam, lá na frente poderemos ler anúncios assim: “Restam poucos exemplares humanos em tal localidade. A região, antes repleta de vida, se tornou hostil, foi totalmente prejudicada pela aridez, pela falta de visão de seus moradores”. Pode ser chocante, mas os filhos da atual geração e posteriormente seus netos, pedem socorro aos que hoje gastam, de maneira condenável, o que o planeta lhes oferece.

É claro que muita gente idealista e também pragmática vem dando voz ativa à fauna, à flora que nos cerca. Entretanto, é preciso que essa consciência se multiplique por toda a parte, a partir das crianças, em casa e nas escolas. E nada melhor que abordar o tema neste mês, quando, no hemisfério sul, a primavera, diligente, consegue proporcionar vida renovada aos animais, às plantas, iluminando-nos com a exuberância multicolorida das flores. Tudo isso representa uma tentativa de comover o coração e o Espírito que se move no mundo na forma humana.

Aliás, do calendário de datas comemorativas das Nações Unidas, temos, em 16 de setembro, o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Protegê-la significa a sobrevivência na Terra. Sem essa camada, ficaremos totalmente vulneráveis aos raios ultravioleta B (UVB) originados do sol. Trata-se de grande frente de batalha aguardando maior empenho da sociedade.

Confiantes, rogamos a Deus que aplaque as intempéries meteorológicas que levam, todos os anos, sofrimento a multidões pelo mundo! E sejamos cidadãos conscientes de que, se merecedores, Jesus, o Cristo Ecumênico, ou seja, universal, em pessoa novamente fará os prodígios relatados no Evangelho, segundo Lucas, 8:24. O Divino Mestre virá e repreenderá o vento e a fúria da água, hoje simbolizada igualmente pela escassez dela própria. Usufruir de bonança na atualidade depende do convívio harmônico com a Natureza.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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Dezesseis de setembro é o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, da qual dependemos para não morrer torrados. Sem ela, ficaríamos completamente vulneráveis aos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Alertamento que podemos divisar no Apocalipse de Jesus, em “O Quarto Flagelo”, 16:8 e 9: “O quarto Anjo derramou a sua taça sobre o Sol, e lhe foi dado afligir os homens com calor e fogo. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus que tem a autoridade sobre estas pragas, e não se arrependeram para lhe darem glória”. Voltarei ao assunto.

Em 21/9, comemoramos o Dia da Árvore. Destaco, por oportuno, a iniciativa, de abrangência global, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. No site da United Nations Environment Programme (www.unep.org), encontramos detalhes dessa desafiadora empreitada: “Pessoas, comunidades, empresas, indústrias, organizações da sociedade civil e governos são incentivados a fazer um compromisso de participação on-line. A campanha encoraja o plantio de árvores nativas e árvores que são apropriadas para o meio ambiente local. Até o final de 2009, mais de 7,7 bilhões de árvores já tinham sido plantadas no âmbito desta campanha – muito acima da meta de 7 bilhões de árvores – por participantes de 170 países. (...) As árvores desempenham um papel crucial como componentes fundamentais da biodiversidade que constitui a base das redes da vida e dos sistemas, permitindo-nos saúde, bens, alimentação, combustível e outros serviços ecossistêmicos dos quais a nossa vida depende. Elas ajudam a fornecer ar puro, água potável, solos férteis e um clima estável. Os bilhões de árvores plantadas por meio do esforço coletivo dos participantes da campanha contribuirão significativamente para a biodiversidade em todo o planeta”.

O Brasil, muitas vezes castigado com a seca e as queimadas, tem muito a recuperar de sua flora destruída pelos incêndios, grande parte deles lamentavelmente provocada pelo próprio ser humano.

E não fechemos nossos ouvidos ao Cerrado brasileiro, que segue pedindo socorro. Sua extinção traria graves consequências para todos.

Preservação da Natureza

A LBV desenvolve em suas unidades socioeducativas a consciência ambiental desde a mais tenra idade.

Há décadas, a Legião da Boa Vontade desenvolve diversas campanhas educativas pela preservação da Natureza. Na Super Rede Boa Vontade de Comunicação (TV, rádio, publicações e internet), é divulgado com frequência conteúdo sobre o tema. Por meio de entrevistas e reportagens, dá-se ênfase às atividades que visam diminuir o impacto das ações humanas no meio ambiente, além do incentivo ao plantio de árvores.

Fé, Esperança e Vida Eterna

Não obstante os benefícios para a qualidade de vida dos seres vivos de nossa morada coletiva, a árvore, durante milênios, foi considerada símbolo de fé, esperança e poder. Resumindo: vida e espiritualidade. No Antigo Testamento da Bíblia Sagrada, o Profeta Jeremias (17:7 a 10) prediz: “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração humano, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá compreender? Eu, porém, que sou o Senhor, sondo rins e corações, a fim de recompensar a cada um segundo o seu comportamento e os frutos de suas ações”.

Já na Nova Escritura, o Evangelista João registra no capítulo 15, versículo 5, este ensinamento basilar do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista: “Eu sou a Árvore, vós sois os ramos. Quem comigo permanece e Eu nele, esse dá muito fruto. Nada podereis fazer sem mim”.

O livro que fecha a Bíblia, o Apocalipse de Jesus, na Sétima Bem-Aventurança, 22:14, anuncia: “Bem-Aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à Árvore da Vida Eterna, e entrem na cidade pelas portas”.

Essas são algumas das muitas passagens em que a palavra “árvore” é citada nos textos bíblicos, convidando-nos a refletir sobre o respeito e admiração que devemos ter para com esse ser vivo, aliás, fundamental para a sobrevivência de todos nós.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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De minha obra Apocalipse sem Medo — (1999 não anulou as profecias), segundo a imprensa especializada o livro mais vendido da 16a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ocorrida de 28 de abril a 7 de maio de 2000, fui buscar:

A muita gente pode parecer que o planeta irremediavelmente caminha para um beco sem saída. Corrobora com isso a massificação de notícias nem sempre agradáveis que a todo instante nos bombardeiam. É a realidade, mas se assimilarmos a suprema vocação de servir, termo que nos concede o status de criaturas úteis à comunidade, perceberemos novos e mais acertados horizontes. O aprendizado ganho nos apontará reais benefícios à medida que nos integrarmos no sagrado ato de estender a mão aos que precisam (JesusMateus, 10:8). Este é o sentimento que move muitos que, sacudindo de si o pessimismo, seguem em frente, acreditando e agindo por uma sociedade melhor. Gerações que nos precederam de certa forma assim atuaram, senão onde estaríamos hoje?

De que nos fala o Apocalipse?

O mundo debate-se contra um impasse, sintetizado no agora inegável aquecimento global. A Folha de S.Paulo informa, citando como fonte Deborah Zabarenko, da Reuters, que um grande conglomerado do ramo petrolífero financiou negação do efeito estufa e destaca: “Relatório da união dos cientistas responsáveis compara estratégia da companhia à usada pelas empresas do setor de tabaco”.

De que nos fala o Apocalipse a respeito do assunto? O que, há quase dois milênios, igualmente anuncia, analisado sem tabus e preconceitos? As nocivas mudanças climáticas no orbe que, sem distinção, nos acolhe? No relato dos sete flagelos, capítulo 16 do texto profético, isso fica bem sinalizado. As consequências do progresso, quando irresponsável, estão aí aos olhos de todos, não mais podendo ser escondidas. Aos governos cabe governar para as populações, antes que se tornem incontroláveis, impelidas, por exemplo, pela falta d’água, da qual se fala ser um dos próximos motivos das guerras.

Um quê de estadista e Espiritualidade Ecumênica

Ainda de Apocalipse sem medo, no capítulo “Muro de Berlim e Mundo Espiritual III”, extraí este trecho:

A fim de haver autoridade suficiente capaz de prover educação, sustento e trabalho às massas e indicar-lhes renovadores rumos, o religioso vigilante terá de possuir um quê de estadista, bem como o estadista de escol não poderá prescindir de Espiritualidade Ecumênica, isto é, aquela verdadeiramente livre de todo sectarismo fanático. Sacerdócio — seja ele religioso, ideológico, político, filosófico, artístico, científico e assim por diante — é expandir a Fraternidade e a Solidariedade. Exaltar a dignidade humana. Para esse sentimento franco, prevalece uma grande nobreza: servir, que, no dizer do filósofo e sociólogo italiano Pietro Ubaldi (1886-1972), em A Grande Síntese, é a qualidade superior do poder: “O comando supremo é simplesmente a suprema obediência”.

Sic transit...

Tudo o mais é passageiro, como pensavam, no século 14, Gerard Groote (1340-1384) e Tomás de Kempis (1379-1471); este, um humilde sacerdote a quem, durante muito tempo, foi atribuída a autoria exclusiva de uma das mais importantes obras da história religiosa e social do mundo: Imitação de Cristo. Em suas páginas, encontra-se esta admoestação, que atravessou as épocas:

“O quam cito transit gloria mundi!”: Oh! quão rapidamente passa a glória deste mundo!

O velho Ernest Renan (1823-1892) estava certo: O que faz uma pátria é a Solidariedade.

E, por extensão, a Terra, a qual devemos livrar da ruína de um progredir desmiolado, gerido pelas patranhas daqueles cuja maior habilidade é mentir para as multidões, mesmo que as enfermando ou matando. Contudo, sempre há uma solução quando os seres humanos nela se empenham.

 

Caridade: a Ideologia das ideologias

Em minha mais recente obra literária É Urgente Reeducar!, antecipei, em forma de extratos, algumas lucubrações constantes de Cidadania do Espírito. O item 41, que acresci às novas edições do lançamento da 21a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, vem bem ao encontro do que abordo neste estudo:

Amor, Harmonia, Solidariedade, espírito de Justiça aliado à Bondade, jamais à vingança; Liberdade com respeito aos demais Entes Humanos; Verdade sem fanatismo social, político, filosófico, religioso ou científico; auxílio aos que sofrem, no corpo ou na alma; Política e Economia, acompanhadas pelas virtudes da Correção e da Generosidade; Instrução, Educação, Reeducação, consoante a Fraternidade Ecumênica; portanto, tudo aquilo que na Paz ou na guerra torna forte a criatura, na Terra e no Mundo Invisível, que não é uma abstração, forma o conclusivo conceito de ideologia para o Cidadão do Espírito: Caridade, ou seja, o ar moral que, como seres realmente civilizados, devemos respirar.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos fumantes tiveram o primeiro contato com o tabaco em idade escolar, na faixa etária entre 5 e 19 anos. O programa Educação em Debate, da Super Rede Boa Vontade de Rádio, abordou esse grave tema, procurando demonstrar a enorme responsabilidade dos educadores, bem como da família, na busca de mecanismos que previnam a aproximação com o fumo, porta de entrada para drogas mais pesadas.

Em entrevista concedida à pedagoga Suelí Periotto, a dra. Mônica Andreis, mestre em psicologia clínica pela USP, vice-diretora da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), destacou o papel da escola na prevenção desse vício: “É a oportunidade que o educando tem de aprender um pouco mais sobre o tabagismo e, com isso, ter mais consciência da importância de não começar a fumar. A escola pode contribuir bastante não só enfocando a questão da saúde, contudo ir além, com a discussão sobre por que as pessoas fumam, o papel da propaganda, o quanto isso afeta não só a saúde, mas o meio ambiente em que se vive. Os estabelecimentos de ensino podem abordar o assunto sob diferentes ângulos. O acúmulo de bitucas, por exemplo, é uma das coisas que mais poluem as praias brasileiras, que matam animais marinhos, porque se engasgam com aquilo; muitas florestas acabam sendo devastadas para a produção de cigarro, pois se usa lenha, se usa papel. E essas informações são muito importantes. Os alunos podem levar esse conhecimento para casa e partilhar com seus pais, familiares ou a própria comunidade. A escola pode organizar uma feira de ciências, e esse pode ser um tópico a ser discutido; apresentar um filme, chamar a família para participar e depois fazer um debate. Temos várias maneiras de explorar o assunto, e os educadores têm um papel fundamental na prevenção do tabagismo”.

 

Lei antifumo

Segundo a dra. Mônica, a lei antifumo contribui de fato para o desinteresse da criança pelo cigarro: “Hoje, esse impedimento é um desestímulo para que ela comece a fumar, porque as pessoas não estão mais fumando em todos os lugares como se fazia antigamente. Isso, aliado a uma abordagem da escola sobre o tema, de uma forma constante, acaba favorecendo para que não se comece a fumar na adolescência”.

 

O poder da influência

Indagada a respeito dos aspectos emocionais que podem influenciar a criança e o jovem com relação ao tabagismo, a dra. Mônica esclareceu ainda: “Alguns fatores acabam favorecendo para que elas experimentem ou comecem a fumar. A gente sabe que filhos de pais fumantes têm maior tendência de se tornar fumantes no futuro. Muitas crianças começam a fumar por causa desse modelo que elas têm em casa, ou mesmo na escola, daquele professor que admiram e que fuma. Daí a necessidade dessa consciência por parte dos familiares e dos professores, do poder de influência que possuem sobre a vida de uma criança. Além disso, na adolescência, a gente passa por uma série de modificações. É natural que a insegurança apareça e, às vezes, o cigarro é a válvula de escape na busca de um prazer instantâneo. É importante que a criança tenha essa percepção de que fumar não irá lhe trazer sustentabilidade ou lhe garantir sucesso na vida. O cigarro é uma droga e, uma vez que a criança o experimente, pode se tornar facilmente uma dependente química. Então, se ela tiver essa consciência, consegue, naturalmente, dizer não”.

 

Morte evitável

Em suas considerações finais, a psicóloga Mônica Andreis enfatizou que “o fumo passivo é considerado pela Organização Mundial da Saúde a primeira causa de mortes potencialmente evitável. É uma dimensão muito grande. Na verdade, como a gente tinha antes toda uma avaliação cultural de que o tabagismo não era um problema tão grave assim, as pessoas negligenciavam um pouco isso. Hoje temos informações e a clareza do malefício do tabaco para a saúde. É importante também que a escola possa valorizar isso e, de fato, implantar atividades para auxiliar os jovens no conhecimento e na prevenção”.

Grato, dra. Mônica. Nas escolas da Legião da Boa Vontade e nos seus programas socioeducacionais, o assunto é tratado com a seriedade devida. É o nosso contributo a fim de alertar principalmente as futuras gerações quanto ao efeito destruidor do tabagismo.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Comentarei hoje com Vocês sobre a volta de um Grande Amigo da Humanidade. É assunto que muita emoção traz às nossas Almas. Independentemente da linha de pensamento que qualquer um de nós adote, é unânime em nossos corações o anseio de ter por perto alguém que nos direcione por bons caminhos, nos exemplifique elevados caracteres de convivência espiritual, humana e social.

Observo no retorno de Jesus, o Cristo Ecumênico, isto é, Universal, o Divino Estadista, ao planeta Terra uma bem-aventurança para todas as comunidades.

Em minhas palestras pelo rádio, pela televisão, pela internet e pela imprensa, tenho sempre procurado analisar esse Sublime Acontecimento. Em uma delas, no meu livro “Apocalipse sem medo”, ainda antes de ingressarmos no atual milênio, assim considerei:

 

TEMPO DE DEUS

Jesus ressuscitou ao terceiro dia. Vejam bem: ressuscitou! (Evangelho, consoante Lucas, 24:1 a 12):

“1 No primeiro dia da semana, as mulheres que tinham acompanhado Jesus desde a Galileia foram ao túmulo, de madrugada, levando os aromas que haviam preparado.

“2 E acharam a pedra removida do sepulcro;

“3 todavia, ao entrar, não acharam o corpo de Jesus.

“4 Estando perplexas com o acontecimento, surgiram-lhes à frente dois Anjos com vestes resplandecentes.

“5 Tomadas pelo temor, baixaram os olhos para o chão. Eles então lhes falaram: Por que procurais entre os mortos Aquele que vive?

“6 Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que vos prometeu, quando ainda se encontrava na Galileia.

“7 Ele vos advertiu que o Filho de Deus seria entregue nas mãos de pecadores e, crucificado, ressuscitaria ao terceiro dia.

“8 Então se recordaram das Suas palavras.

“9 Voltando do túmulo, anunciaram todos estes fatos aos onze e àqueles que ali estavam.

“10 Eram Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago. Também as demais que vieram com elas confirmaram tais maravilhas aos Apóstolos.

“11 Esses relatos lhes pareciam como um delírio, e não deram fé ao testemunho delas.

“12 Pedro, contudo, levantou-se e correu ao sepulcro. Lá chegando, nada mais viu além dos lençóis de linho. Retirou-se então para casa, maravilhado com o que ocorrera”.

 

A DIVINA REFERÊNCIA

Jesus, ao terceiro dia, voltará. Mas no Tempo Dele, não conforme a contagem humana, que é cheia de equívocos. Que o diga Dionísio Exíguo (470-544). Errou nos cálculos que foram usados por Gregório XIII (1502-1585), na sua reforma do calendário, em 1582. O Cristo não se pode valer de uma cronologia que já nasceu errada e que, ainda mais, não é utilizada por muitas das nações.

Digamos, para argumentar, que o Tempo, para análise dos assuntos proféticos, deveria ser contado desde que a Terra surgiu no Universo. A partir dessa marcação, encontraríamos a data correta para a época do Retorno de Jesus, posto que assim estaríamos de acordo com o Planejamento Divino, segundo o qual este planeta foi estruturado.

Acima de tudo, não podemos nos esquecer de que o Cristo retorna todos os dias nos corações de Boa Vontade, mesmo nos daqueles que não O louvam declaradamente, porque Ele é uma Sagrada Referência ao Bem, para o qual não devem existir fronteiras intransponíveis. É um fenômeno espiritual que se dá conosco, para o qual precisamos exercitar olhos de ver e ouvidos de ouvir, como aconselha o Celeste Professor nas mensagens às Sete Igrejas da Ásia, que hoje estão no mundo inteiro envolvendo a Política, a Ciência, a Filosofia, a Economia, a Religião, a Arte, o Esporte e assim por diante.

“— Quem tem ouvidos de ouvir ouça o que o Espírito diz às igrejas do Senhor. Ao vencedor, darei a comer dos frutos da Árvore da Vida Eterna que se encontra no paraíso de meu Deus” (Carta de Jesus à Igreja em Éfeso, Apocalipse, 2:7).

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

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É preciso manter a atenção constante aos fatos. Por menores que sejam, podem tornar-se tormentosos. Diante da vastidão do planeta, um ser humano é minúsculo, mas como é imensa a sua importância; portanto, a dos seus atos também. Valho-me, por exemplo, da Primeira Guerra Mundial, que, em 28/7, completou 100 anos.

Um mês antes, quem matou, em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando e a esposa, Sofia, desencadeando, mesmo como pretexto, a partir da pequena Sérvia, o primeiro grande conflito? Uma minúscula célula humana. Não significa que eu esteja desfazendo do seu valor como criatura, porém necessito formar uma comparação. Usaram-no capciosamente como estopim, ao que mal sabiam o que seria. É o que não podemos admitir que façam conosco em tempo algum. Era um jovem ainda, Gavrilo Princip. Assassinou o herdeiro do império austro-húngaro, em Sarajevo. Tivemos a Primeira Grande Guerra, que Georges Clemenceau (1841-1929) considerou como a que terminaria com todas as outras. O primeiro-ministro da França, naquele tempo, representou-a no Tratado subscrito na Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes, construído por Luís XIV, o Rei Sol, que também se apagou, por ser passageiro. Esse documento decidiu sobre a divisão dos despojos da Alemanha, subjugada em 1918, e determinou que ela pagasse onerosíssimas indenizações aos vencedores. Não souberam gerenciar a vitória, que requer especial talento. Diversos analistas observam que, por ter sido muito severo, o Tratado oprimiu por demais o povo alemão, deixando-o à mercê do primeiro aventureiro que aparecesse. Isso, entre outros fatores, propiciou a ascensão ao poder de Adolf Hitler (1889-1945), que instituiu, por onde passou, o repugnante racismo como ideologia de Estado. E deu no que deu, porque racismo contra um será fatalmente contra todos. Arrastou os povos, incluído o Brasil, ao Segundo Grande Conflito Mundial (1939-1945), que chacinou e feriu milhões de pessoas. Outro pormenor: o sombrio Adolf subiu ao poder com minoria de votos. Depois, usando de vários artifícios, até mesmo contra o Marechal Hindenburg, destruiu a frágil República de Weimar, tornando-se ditador incontestável. Era um estratego, acham alguns. À serpente denunciada no Apocalipse de Jesus (12:9) não se deve permitir levantar a cabeça de novo. Devemos aludir também ao fato de que ela não se apresenta obrigatoriamente de forma espetacular. É infiltrante, intrometida, astuta. Exerce, com solércia, a sedução. Atentemos para a violência que cresce no mundo! Existem aqueles que, em determinadas circunstâncias, a consideram um “mal necessário”. E assim estabelecem perigoso equívoco.

Então, qualquer ato “pequeno” poderá repercutir globalmente. Não são apenas as medidas próprias de estado que recaem sobre nós, por toda a parte. Não! As nossas atitudes igualmente, por menores que sejamos, refletem-se em extensão. A coletividade somos nós multiplicados. É tal qual uma charada a pedir decifração, um emaranhado de destinos, estabelecendo roteiros nem sempre agradáveis.

Para o Criador, todas as Suas criaturas são importantes. É urgente que aqueles que influenciam o mundo entendam que o ser humano é Patrimônio Divino, antes que seja tarde. Recordemos um antigo ditado que avisa: “O graveto é que derruba a panela”.

O povo precisa instruir-se, espiritual e intelectualmente, para saber melhor influenciar sua própria destinação. Instruído e ecumenicamente espiritualizado, saberá defender-se com acerto no terceiro milênio que apenas se inicia.

SOLIDARIEDADE

Na quarta-feira, 13/8, em um acidente aéreo na cidade de Santos/SP, faleceu o político pernambucano Eduardo Henrique Accioly Campos. Voltaram também à Pátria Espiritual as demais pessoas que estavam na aeronave: os pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins; Carlos Augusto Leal Filho, assessor de imprensa; Pedro Valadares Neto, assessor de campanha e ex-deputado federal; Alexandre Severo Gomes e Silva, fotógrafo; e Marcelo Lyra, cinegrafista.

Candidato à Presidência da República nas eleições deste ano, Campos chegava ao litoral paulista para cumprir agenda de sua campanha.

Desejo, neste momento, prestar nossa solidariedade e rogar a Deus conforto espiritual para a mãe do doutor Eduardo, dra. Ana Arraes, excelentíssima ministra do Tribunal de Contas da União; à respeitável esposa dele, dona Renata; aos cinco queridos filhos; à ex-ministra Marina Silva; aos correligionários políticos; e a todos os entes amados das vítimas dessa tragédia.

Ao Espírito eterno dos que faleceram, as vibrações de Paz da Legião da Boa Vontade, LBV.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Em 6 de agosto de 2014, precisamente às 8h15, completam-se 69 anos do lançamento da bomba atômica sobre Hiroshima, depois foi a vez de Nagasaki, também no Japão. Data que jamais será varrida das consciências sob risco de que — esquecidos desse abominável atentado à vida humana — o repitamos num grau de intensidade ainda maior, devastando não apenas uma cidade, mas o próprio planeta.

Um pouco de história

Agosto de 1945. Na Europa, Hitler se encontrava derrotado e morto. Berlim, destruída e ocupada pelos russos. Em 25 de julho, dias antes do impacto de “Little Boy” — apelido do petardo de cinco toneladas que matou cerca de 100 mil pessoas em solo japonês —, o presidente norte-americano, Harry Truman (1884-1972), decide usar contra o naquele tempo inimigo asiático o que ele mesmo designou em seu diário como “a coisa mais terrível já descoberta”.

Paul Tibbets (1915-2007) foi o piloto da marinha escolhido para comandar o B-29 que decolou da ilha de Tinian. O avião, batizado com o nome de sua mãe, Enola Gay, levantou voo às 2h45min. Ao seu lado, na missão que entraria para a história e mudaria a geopolítica do século 20, estava o copiloto Robert Lewis, autor da famosa exclamação: “Meu Deus, o que fizemos!”.

Décadas se foram. Todavia, o relato de muitos sobreviventes a respeito do sofrimento atroz por que passaram, é, sem dúvida, uma das mais importantes bandeiras na luta pelo desarmamento e pela não proliferação de armas nucleares.

“O perigo é real”

Contudo, acontecimentos diversos continuam sugerindo que a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial não é ilusória. A humanidade corteja a morte. Basta lembrar os maus-tratos que promove contra sua própria moradia. A paz quase que não tem passado de figura de retórica. Em grande parte da trajetória humana, o período em que ela prevaleceu é ínfimo. Se é que já houve verdadeira paz neste mundo... Somente na alma de alguns bem-aventurados é que tem conseguido habitar. Por isso, com certeza, advertiu o papa João Paulo II (1920-2005), numa memorável alocução, na década de 1980, que “o perigo é real”.

A concórdia entre religiosos é a primeira a ser conquistada. A paz de consciência dos seres terrenos, gerada por uma nova postura ecumênica, porquanto altamente fraterna, prenuncia a paz social, a paz entre as instituições e a desejada paz mundial, sob a proteção do Pai Celeste, o maior diplomata da história deste orbe, não obstante nosso recorrente mau uso do livre-arbítrio. Para os que riem dessa realidade, uma pequena recordação do cético Voltaire (1694-1778): “Se Deus não existisse, precisaria ser inventado”.

John Kennedy e a paz

Muitas nações não estão diretamente envolvidas nos conflitos armados que nos flagelam, porém todas sofrem a opressão do medo ou da miséria, pela violência dos armamentos novos ou pelo desvio global de verba para a indústria da morte, em prejuízo da justa economia que gera instrução, educação, espiritualização, segurança, alimentação e saúde dos povos. Portanto, a guerra nos ofende a todos nestes tempos de comunicação rápida e de temporais de informações, que ameaçam, com seus raios e trovoadas, dar curto-circuito nos cérebros. Daí a inclusão que faço, neste bate-papo com Vocês, do pensamento de John Kennedy (1917-1963): “Só as armas não bastam para guardar a paz. Ela deve ser protegida pelos homens (...). A mera ausência de guerra não é paz”.

A Terra só descobrirá a paz quando viver o amor espiritual e souber reconhecer a verdade divina. No entanto, a divina verdade de um Deus que é Amor. Não a de um ser brutal e vingativo, inventado pelos desatinos humanos.

De fato, o perigo continua real. E nós, como tontos, no meio dele, nessa “briga de foice no escuro”. Quousque tandem, Catilina?

É essencial salientar as propostas e ações de autêntico entendimento. Conflitante rota para os povos será a do remédio amargo.

Por isso mesmo, não percamos a esperança. Perseveremos trabalhando “por um Brasil melhor e por uma Humanidade mais feliz”. Eis a direção da vitória. E não se trata de argumento simplório. A vida ensina, mas quantos de nós aprendemos a tempo?

As soluções dos graves problemas de nossa sociedade passam pela devida valorização do Capital de Deus, ou seja, o ser humano e seu Espírito Eterno. Do contrário, acabaremos por enfrentar um conflito mundial maior que as duas grandes guerras do século 20 que, numa análise histórica, podem ser classificadas como uma só dividida em duas partes. Que Deus nos livre da terceira!

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Vinte e seis de julho é o Dia dos Avós. Por oportuno, apresento-lhes trechos de meu editorial na 24a edição da “Revista LBV” (Jan/Fev de 1992), publicado anteriormente na década de 1980, pela “Folha de S.Paulo”.

Vivemos época de constante progresso material. Entretanto, não se verifica o correspondente avanço no campo da ética e do Espírito. Resultado: males como a fome, a violência e o desrespeito à Natureza perduram. E lamentavelmente as pessoas da terceira idade também são atingidas pela frieza dos sentimentos humanos.

É verdadeiro crime não se reconhecer o valor dos Irmãos idosos. Neste período da vida, mais do que nunca se fazem merecedores do carinho e da solidariedade dos mais moços, num justo reconhecimento à contribuição que legaram à sociedade.

Na LBV não acreditamos em velhice como sinônimo de coisa deteriorada. Ninguém é velho quando tem um bom e grande Ideal. Pode não mais carregar um piano, não mais passear de motocicleta. Se possui, porém, ânimo dentro de si, é jovem. As pessoas a certa altura da vida precisam, com raras exceções, aposentar-se de seus empregos, mas não o devem fazer com relação à vida. Devem ir à luta enquanto puderem respirar.

A Legião da Boa Vontade mantém com o seu extenso trabalho de promoção humana e social Lares de amparo aos velhinhos e espaços saudáveis de convivência. Neles os vovôs e vovós são tratados com muito Amor e, o que é melhor, aprendem que nunca é tarde para colaborar com suas experiências, em prol de uma Humanidade mais feliz, pois é a força dos bons exemplos que inspira as novas gerações a vencerem os obstáculos da existência terrena. (...)

Pode parecer um paradoxo. Todavia, o país que desampara os seus idosos não crê no futuro da sua mocidade. Que é a nação, além de seus componentes? Havendo futuro, os moços envelhecerão. Viverão mais. Contudo, também irão aposentar-se... Uma convicção arraigada do gozo imediato das coisas é a demonstração da descrença no amanhã. E há os que ainda moços pensam: "Vamos viver agora, antes que tudo acabe! E os que conseguiram resistir tanto, que se danem..." Não há exagero algum aqui. É o que também se vê. Tem-se a impressão de que alguns daqueles que desfrutam do vigor da juventude ignoram a possibilidade de alcançar a decrepitude. Mas poderão chegar lá... Não existe futuro sem moços. Também, não o há sem os idosos.

Temos de aliar ao patrimônio da experiência dos mais velhos a energia dadivosa dos mais moços. (...)

Lutamos por um mundo que ofereça oportunidades para todos. E isto não é impossível. Impossível é continuar como está: a terrível paisagem das almas ressequidas pela indiferença ao Amor de Deus, como os ossos secos da visão do Profeta Ezequiel. O nosso planeta tem de receber o sopro espiritual da Vida, pois é rico e muito amplo, com espaço suficiente para todo mundo. (...)

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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No domingo, 13/7, o Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ, recebeu chefes de Estado, autoridades e dezenas de milhares de torcedores para a cerimônia de encerramento da Copa de Futebol. Na disputa final, a disciplinada Alemanha saiu vitoriosa sobre a esforçada Argentina, sagrando-se tetracampeã. Parabéns a todos os países, que abrilhantaram o Mundial de 2014 no Brasil!

Com satisfação, sediamos, pela segunda vez, essa bela festa esportiva, que confraterniza povos dos mais diversos pontos e culturas do planeta.

Segundo a BBC Brasil, “a emoção com que brasileiros cantavam o hino na abertura de cada jogo, veiculada por televisões do mundo inteiro, conquistou estrangeiros dentro e fora do país”. Realmente, entusiasmados, fomos milhões de vozes bradando, à capela, nas partidas que nosso país jogou, os versos que nos orgulham, de Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927): “Terra adorada,/Entre outras mil,/ És tu, Brasil,/ Ó Pátria amada!/ Dos filhos deste solo és mãe gentil,/ Pátria amada,/ Brasil!”.

Nossa saudação de Paz aos organizadores; aos atletas; aos que assistiram, pessoalmente ou pelos meios de comunicação; aos trabalhadores, desde os simples aos mais graduados; aos voluntários; enfim, a tanta gente que compôs a estrutura que possibilitou esse megaevento.

O sucesso obtido será maior à medida que autoridades competentes e sociedade – na séria avaliação de erros e acertos identificados antes, durante e pós-Copa – realmente assimilem o aprendizado que um encontro esportivo dessa magnitude pode proporcionar a uma nação. Aproveitar bem ou não essa experiência dependerá de todos nós.

No ensejo da Copa do México, em 1986, escrevi um artigo, que intitulei na ocasião “Esporte é melhor que guerra”. Mantenho essa conclusão. Gostaria de compartilhar alguns trechos com vocês hoje:

Quando Alziro Zarur (1914-1979) lançou na LBV o Futebol da Caridade, não foi de pronto entendido. Sofreu críticas mil. Mas, com o tempo, todos compreenderam a justeza do seu posicionamento. O jornalista Apparício Torelly, o saudoso Barão de Itararé (1895-1971), entusiasmado, depois de examinar a ideia e seus importantes resultados em prol das pessoas socorridas pela Legião da Boa Vontade, declarou: “Esse programa é a demonstração inequívoca da capacidade realizadora do povo brasileiro”.

As massas adoram o esporte, energia extraordinária, uma força do povo que deve ser usada em favor dele mesmo, e não somente nos prélios, ou na base do “panem et circences”.

O futebol tem uma enorme habilidade de congraçar os seres humanos, nacional e internacionalmente. (...). Ele tem um carisma superior a vergonhosos e antigos ódios que devem ser expulsos da Terra. Um dia, as criaturas terão de resolver “suas diferenças” em planos elevados que não os da matança dos seus semelhantes, com milhões de viúvas e órfãos. Pode levar mil anos, mas acontecerá. Que não demore... É só ler as páginas do Apocalipse de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, para saber.

Esporte é melhor que guerra.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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No Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, 17/6, vale ressaltar recentes e alarmantes estatísticas. Uma delas vem da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Quase nove em cada dez habitantes das cidades do mundo estão sujeitos a níveis de poluição acima do aceitável segundo os padrões da OMS”, destacou a “Agência Brasil”. Depois, conforme noticiou a “Deutsche Welle”, uma pesquisa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica diz que os reservatórios de água no país, considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA), perderam em média 80% de sua cobertura florestal.

Ora, os danosos impactos desse verdadeiro “arboricídio” estão aí. O ar, o solo e a água diariamente escasseiam em qualidade, fertilidade e abundância.

 

CUIDADO, ESTAMOS RESPIRANDO A MORTE

Há quase 14 anos, em 1º de julho de 2000, a revista “Manchete” publicou um artigo meu que parece até que foi escrito hoje:

Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.

Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...

Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.

Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.

No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.

Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.

Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.

As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.

Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)

A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos. Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): “É preciso construir estradas entre os homens”. Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade, não desfrutaremos a Paz.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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Não há nada mais valioso na Terra do que a existência humana. No planeta, somos os únicos seres conscientes da finitude física, embora prossigamos nossa jornada de aprendizado, no âmbito espiritual, após o fenômeno chamado morte. A partir do momento que valorizamos a vida desde o seu estágio físico, construímos, verdadeiramente, uma Sociedade Solidária Altruística Ecumênica.

A doação de sangue, aplaudível vereda que aproxima o ser humano de sua humanidade, é indispensável em favor de tantos que lutam para sobreviver.

No Brasil, em período de férias e feriados, justamente quando ocorrem mais acidentes de todo tipo, cresce a demanda por sangue e diminui o número de doadores. Um cálculo cujo saldo preocupa os hemocentros do país.

DÉFICIT NACIONAL

Em entrevista ao programa “Sociedade Solidária”, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), a dra. Selma Soriano, médica hematologista e hemoterapeuta da Fundação Pró-Sangue de São Paulo, fez um apelo: “Que a população antes de tirar férias, de sair em viagem, faça a sua doação de sangue. Normalmente, a demanda de sangue em feriados aumenta em torno de 30%, e a doação cai em torno de 40%. Daí trabalharmos sempre com os estoques no limite. Desse modo, priorizamos o atendimento de urgência (...)”.

A transfusão de sangue é imprescindível não somente no socorro às vítimas de graves acidentes, de catástrofes como deslizamentos de terra, inundações etc. A dra. Selma explica: “Precisamos, e muito, de doações de sangue no tratamento de pacientes que estão em Unidade de Terapia Intensiva; para os que lutam contra o câncer que, às vezes, carecem de reposição de sangue; e para os pacientes de transplante de órgãos. No caso de doenças congênitas, temos a hemofilia. Isso sem falar nas cirurgias. Nas de grande porte, 60% delas necessitam de transfusão de sangue”.

Segundo o Ministério da Saúde, 3,5 milhões de pessoas doam sangue anualmente no Brasil. Está longe de ser o ideal, já que deveríamos ter cerca de 5,4 milhões de doadores. Para suprir esse déficit são feitas campanhas de apelo à sociedade. “Temos 1,8% da população brasileira que doa sangue, e a gente deveria estar entre 3% e 5%. Faltam componentes sanguíneos para algumas situações específicas”, revela a hematologista.

MINUTOS QUE SALVAM

Que essa ação caritativa se torne um hábito saudável e permanente, já que é algo que não exige sacrifício algum. “Entre a pessoa chegar a um banco de sangue e fazer a sua doação, ela permanece de 40 a 50 minutos no máximo. O ato em si, propriamente dito, leva apenas 7 minutos”, afirma a dra. Selma.

Inúmeros são os postos de coleta no Brasil. No site www.prosangue.sp.gov.br, você encontra vários deles e se informa quanto aos requisitos básicos para ser um doador de sangue.

Eis nosso contributo no esclarecimento geral a respeito desse importante assunto. Doar sangue, gesto que merece o devido apoio de todos, pode ser a própria salvação do ofertante amanhã.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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Primeiro de junho de 1989 marca a colocação do cristal sagrado no pináculo do Templo da Boa Vontade, uma das sete maravilhas de Brasília/DF, poucos meses antes da inauguração, em 21 de outubro. A ideia de uma pedra no ápice do monumento constava desde os planos iniciais. Traria a luz do sol para o interior da Pirâmide de Sete Faces, elevando o ambiente e permitindo, como tantos afirmam, a cromoterapia. Os dias passavam velozes e nada de aparecer o mineral na proporção correspondente ao lugar a ele destinado.

Desígnio divino — Como resolver esse impasse? O desígnio divino tinha a solução para a difícil empreitada. Em 16 de março daquele ano, ao voltar de Brasília, onde estive acompanhando as obras do Templo da Paz, assisti a uma reportagem de um telejornal.

Foi assim: encontrava-me no meu gabinete de trabalho em São Paulo. Era alta noite. Ligo o aparelho na antiga TV Manchete. O noticiário já estava pela metade. O que aconteceu? Vi o minério rapidamente e o pessoal dizendo que era o maior cristal puro no mundo. No mesmo instante, telefonei para o estimado Haroldo Rocha, responsável, na época, pela LBV na capital da República, e disse-lhe: ─ “Haroldo, acabei de ver isso na TV Manchete. Vá buscar essa pedra, por favor. Se não a trouxer (aí dei uma boa gargalhada), não precisa nem voltar. Retorne, mas a traga, porque é o que procuramos”. Na manhã seguinte, matérias a respeito do assunto pululavam na mídia.

Haroldo, então, se dirigiu a Cristalina/GO. Passou o dia inteiro lá. Havia muitos estrangeiros no local. Todos querendo o grande quartzo. Pacientemente, esperou sua vez. Chegando o fim da tarde, pôde falar ao garimpeiro Chico Jorge da necessidade de levar aquela pedra, que seria posta em um lugar especial. Descreveu-lhe o Templo da Boa Vontade em construção. Foi quando, ao se aproximar deles, a esposa do minerador interveio: “Chico, você vai passar essa pedra para o Templo, porque eu sou ouvinte da LBV e gosto muito dela”. Em resumo foi assim. Haroldo retornou, trazendo a pedra que se encontra hoje gloriosamente cravada no pináculo do TBV. O que mais impressiona nessa história é que, naquela mesma semana, a mulher do garimpeiro, dona Maria de Lourdes, lembrou-se de um sonho no qual o marido achava uma pedra que teria uma nobre destinação. Nestes 24 anos, esse belo cristal irradia a luz do Amor de Deus, fortalecendo, ainda mais, a vocação mística da capital brasileira.

Ao casal Chico Jorge e Maria de Lourdes, a gratidão dos milhões de peregrinos que, ao entrarem na nave da Pirâmide das Almas Benditas, dos Espíritos Luminosos, são beneficiados pela saudável energia espargida do cristal do Templo da Boa Vontade.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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Como ser humano, considero fundamental a lei que torna hediondo o crime de exploração sexual de crianças, adolescentes ou pessoas vulneráveis, sancionada pelo governo brasileiro, no dia 21/5, quarta-feira.

Trata-se de grande conquista em prol da integridade da criatura humana desde a infância. A lei está aí. Compete agora seja respeitada.

Todos os pais, avós, parentes, professores, autoridades, enfim, todo cidadão de bem, contam com uma forte ferramenta para proteger as crianças, os jovens ou qualquer um que esteja em situação de risco. Quando Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, nos ensinou, no “Pai-Nosso”, a suplicar a Deus que “nos livrasse do mal”, Ele não recomendou que aguardássemos de braços cruzados os fatos. Seu pragmático Evangelho é uma Academia que forma, em primeiro lugar, guardiães da ordem civilizada.

O Brasil é sede neste e nos próximos anos de megaeventos internacionais. O grau de nossa responsabilidade deve estar à altura dos que dependem diretamente de nossas atitudes de amparo.

Mônica Souza, gerente de comunicação e marketing da Plan International Brasil, no programa “Sociedade Solidária”, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), afirmou: “A exploração sexual infantil não vem de hoje. As campanhas de combate já existem há bastante tempo. Nesse momento, estamos nos preparando para ter uma resposta um pouco mais agressiva nesse período de Copa no Mundo”. Um dos propósitos da Plan é capacitar crianças e jovens para serem protagonistas de sua própria história.

Também no contexto em pauta, o ensino e o conhecimento são providências de real prevenção. É o que Mônica ressalta: “Lugar de criança é na escola. Ela não tem que estar na rua ou nas praias trabalhando. Conscientizar a comunidade, trabalhar com ela, proporcionar seminários, mostrar o que acarreta o problema e trazer soluções, são oportunidades educativas”.

Combatamos a exploração sexual. Por favor, anotem e tenham sempre às mãos o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). A ligação é gratuita, e não é preciso se identificar. As Centrais de Atendimento funcionam diariamente, 24 horas por dia.

 

SEBASTIÃO NERY

O estimado amigo Sebastião Nery lançou recentemente a obra “Ninguém me contou, Eu vi: De Getúlio a Dilma”. Nery é um dos mais respeitados jornalistas do país. Ele é natural da Bahia, Estado de origem dos meus saudosos pais, Idalina Cecília (1913-1994) e Bruno Simões de Paiva (1911-2000).

Fiquei honrado ao ver meu modesto nome entre aqueles a quem Nery dedicou seu novo trabalho editorial. Nossa amizade vem desde a década de 1950, na antiga Rádio Mundial, do Rio de Janeiro/RJ, onde eu era voluntário. Ele relata isso: “Alguém me disse para ir à Rádio Mundial e conversar com Alziro Zarur (1914-1979). Eu fui e ele me recebeu muito gentilmente. Lá, conheci o Paiva Netto, que era um jovem (mais jovem do que eu), e que trabalhava lá. Trabalhamos juntos! Tenho uma lembrança de gratidão, pois quando você arranja um emprego e encontra pessoas que tratam de você, que esquecem que você saiu da cadeia, mas que o recebem como um cidadão (o que eu era, um jornalista que fora perseguido). Aí eu conheci o Paiva Netto, cujo trabalho sempre admirei”.

Agradeço ainda as palavras que ele fraternalmente me endereçou no exemplar que recebi e estou lendo: “Mestre Paiva Netto, que honra lhe mandar este livro que também é seu”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Domingo próximo, 18/5, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Trata-se do cumprimento da Lei 9.970, de maio de 2000.

Segundo o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, “a data é uma lembrança a toda a sociedade brasileira sobre a menina sequestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com 8 anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido.”

Já se passaram 41 anos desse lamentável episódio! É verdade que muitas louváveis iniciativas pelo país se empenham para evitar novas Aracelis. Contudo, até agora, não foi possível impedir que outras vítimas surjam a cada dia.

O brado renovado aqui é que a sociedade e seus órgãos constituídos jamais fechem seus olhos para tamanha calamidade. Esse “seriado” horripilante, cujas temporadas prosseguem ininterruptas e ainda sem data de término, não é uma ficção. A realidade de dramas inumeráveis continua clamando por mais segurança, bom senso, atitudes preventivas, justiça e caridade de todos nós.

E nada melhor do que abordarmos esse horror no ensejo da celebração da Lei Áurea no Brasil, 13/5. Enquanto um só indivíduo, independente de sua etnia – seja criança, adolescente, jovem, adulto, idoso, mulher, homem – sofrer qualquer tipo de violação de seus direitos de cidadania, vivenciaremos um estado de cativeiro.

 

MARCA DA INCLUSÃO

Sob diferenciado espírito acolhedor, funciona a nossa rede de ensino pelo país, na qual desenvolvemos a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, diretrizes da linha educacional que adotamos.

Recentemente, o Conjunto Educacional Boa Vontade, em São Paulo/SP, recebeu integrantes da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP): a professora doutora Emília Cipriano Sanches, do curso de Pedagogia; a professora Regina Helena Zerbini Denigres; e as estudantes de Pedagogia Isadora Prados, Gabriela Romera, Melissa Rodrigues, Adriana Rocha e Paula Scobosa.

O Coral e o Grupo de Instrumentistas Infantojuvenis Boa Vontade as recepcionaram com uma canção de boas-vindas e uma música em Libras (Língua Brasileira de Sinais), que eles aprendem em sala de aula.

A dra. Emília Sanches, também coordenadora da Consultoria e Assessoria Educacional Aprender a Ser, destacou aos alunos: “Uma emoção muito grande! Quem educa, educa para transformar e vocês estão transformando. Fiquei olhando a expressão de cada um, a felicidade. Agradeço com muito carinho por vocês me fazerem acreditar que é possível ter crianças e jovens trabalhando numa perspectiva de transformação. A música que apresentaram traz uma mensagem maravilhosa, que é da inclusão. E a grande marca desta Instituição é a inclusão. Parabéns por fazerem essa verdade da inclusão se manifestar nas nossas vidas. Muito obrigada!”.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.

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Está chegando o Dia das Mães! Ora, as mulheres, em especial as mães, são reconhecidamente dignas de nossas maiores homenagens. Com elas, aprendemos a cuidar do outro com acurado esmero e sacrifício. O que ambicionamos nós senão pedir à Humanidade mais humanidade para com ela mesma? Desejamos ver raiar o dia em que, afinal, nos reconheçamos como irmãos, componentes de uma única família, convivendo pacificamente nesta morada global.

Era o que sonhava a costureira Rosa Parks (1913-2005), ativista dos direitos civis dos afro-americanos. Essa destemida mulher, certa vez, declarou: “Eu acredito que estamos aqui, no planeta Terra, para viver, crescer e fazer o que nós podemos para que este seja um mundo melhor e para que todas as pessoas tenham liberdade”.

Costumo afirmar que a humildade é, acima de tudo, corajosa. E Rosa Parks tornou-se um ícone na luta pela igualdade racial e pelo fim do preconceito nos Estados Unidos. Seu gesto aparentemente pequeno — quando, em 1º de dezembro de 1955, se recusou a ceder lugar a um homem branco em um ônibus da cidade de Montgomery, Alabama — significou quebrar algemas da tirania do racismo. Àquela época, mesmo havendo divisão entre assentos para brancos e negros, estes eram obrigados a se levantar para os brancos, caso todos os lugares do veículo estivessem preenchidos.

Exemplos como esse só reforçam o que há décadas repito: Valorizar a mulher é dignificar o homem. E vice-versa.

Assim encerrei o documento que escrevi recentemente para a 58ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, que ocorreu na ONU, em Nova York.

 

DO CÉU, BRASÍLIA

A bordo de um helicóptero, Bento Viana, geógrafo, fotógrafo e produtor premiado de cinema e vídeo, registrou diversas regiões e pontos turísticos da capital brasileira para o livro “Do Céu, Brasília”. Foram dois anos de trabalho e quase 100 horas de voo.

A obra traz textos de Bento Viana, da fotógrafa Zuleika de Souza e do jornalista Tetê Catalão. As legendas das fotos são de Patrícia Herzog e Tatiana Petra, do projeto “Experimente Brasília”.

O Templo da Boa Vontade também foi clicado, e com esse destaque nos idiomas português e inglês: “Um templo ecumênico, destinado à meditação e ao recolhimento. Sua estrutura piramidal abriga no topo o maior cristal bruto do mundo e atrai milhares de visitantes”.

Grato ao autor pela fraterna dedicatória que me endereçou: “Para o admirável Paiva Netto, com carinho, Bento Viana”. E ainda escreveu: “Espero que goste da foto de sua linda obra que enfeita Brasília!”.

SAUDADE, JAIR RODRIGUES!

Ontem, 8/5, quinta-feira, retornou, aos 75 anos, à Pátria Espiritual, o renomado cantor Jair Rodrigues.

Grande amigo nosso, participava sempre das ações caritativas da LBV, contagiando-nos com sua marcante alegria.

À sua bondosa Alma, porque os mortos não morrem, o coração dos Legionários da Boa Vontade.

Aos queridos cantores e músicos Luciana MelloJair Oliveira, seus filhos, à sua amada esposa, Clodine, aos demais familiares e amigos, a nossa solidariedade.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Conheço um pré-adolescente que, desde pequenino, ao realizar com seus familiares e amigos uma breve prece à mesa, antes das refeições, comove a todos com um simples mantra, que poderia resumir grandes compêndios de sabedoria, aquela que compartilha solidariedade sem fronteiras de qualquer espécie. Exclama o jovenzinho: “Deus, peço-Te que não falte a comida no prato de ninguém nem no nosso!”.

Próximos de comemorar o Dia do Trabalho, 1º/5, considero de muita valia invocar aos poderes celestiais análoga súplica: Que não falte o decente emprego a nenhum dedicado trabalhador nem aos nossos familiares. Amém!

Façamos juntos essa rogativa, mas na esperança de que esse “assim seja” encontre, nos planos de governos do mundo, acertadas providências que atendam às urgentes necessidades das populações.

Seres humanos bem empregados e devidamente valorizados em seus esforços são garantia de Paz e sustentável progresso para todos.

REPÚBLICA TCHECA, CULTURA E BRASIL

Até o dia 15 de maio, os brasilienses e o público que diariamente visitam a capital terão ensejo de conhecer a exposição “Diário de viagem de Lucie Jindrák Skrivánková: Praga/Brasília”, uma parceria com a Embaixada Tcheca. Antes, parte desse trabalho foi exibida pela primeira vez no Festival de Arquitetura em Ostrava, na República Tcheca.

Utilizando nanquim, colagem, guache e papéis, a artista plástica retrata suas viagens, valendo-se de uma obra interativa e virtual, que busca comparar a arte e a arquitetura de países tão diferentes como a República Tcheca e o Brasil.

Na programação de abertura, no dia 24/4, a Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade, fraternalmente recebeu a presença do embaixador da República Tcheca, Jiří Havlík; do primeiro secretário Viktor Dolista, chefe de Missão Adjunto e cônsul; além de outros embaixadores e autoridades. O evento foi ainda abrilhantado com a apresentação musical do “Trio Smetana”, um dos mais prestigiados conjuntos de música de câmara tcheca, ganhadores dos prêmios Diapason D’or 2006 e BBC Music Magazine Awards 2007.

Para outras informações, ligue (61) 3114-1070 ou dirija-se ao SGAS 915, lotes 75/76 – Brasília/DF.

 

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.

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